Segunda-feira, 11 de Junho de 2007

Discurso de uma criança na ONU

 

Contribuição do Prof. Álvaro Elói, de TIC, da nossa Escola.

 

Quem consegue dizer qual a mensagem que passa neste vídeo?

 

 

 

 

Prof.

publicado por EscolaJNJ às 19:21
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Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina

 

 

Situa-se numa extensão de 150 km, ao longo da costa algarvia e alentejana, entre os concelhos de Vila do Bispo e Sines. Esta área de paisagem protegida caracteriza-se pela sua paisagem não explorada, onde o mar e a serra se misturam num património natural invulgar.

 

 

 

 

A beleza natural das suas praias, muitas delas quase desertas, e as altas falésias em contacto directo com o mar, constituem o principal cartão de visita desta região.

A população residente ainda se dedica a actividades tradicionais como a pesca e a agricultura, pelo que o local é, também, bastante rico.

Neste parque natural ainda se podem encontrar as tradicionais aldeias de pescadores. É possível praticar-se diversas actividades desportivas e de lazer como a pesca à linha, a pesca submarina, o surf, o windsurf ou o parapente.

 

 

 

Alojamento: Esta vasta zona costeira, por não estar ainda explorada, dispõe de poucas unidades hoteleiras. Facto que não causa qualquer problema ao visitante. Os diversos parques de campismo, são a melhor forma conhecer todos encantos da Costa Vicentina. Como alternativa pode escolher o alojamento tradicional, tipo familiar. Há muitos residentes que tem as suas casas preparadas para, na época estival, alugar quartos a visitantes.

 

 

 

A fauna também é muito rica. Para além das raposas, javalis, texugos e gatos bravos as aves são a grande atracção da Costa Vicentina. Nas ribeiras e zonas húmidas habitam muitos espécies com garças, cegonhas, guarda-rios e galinhas de água. As rochas da costa abrigam corvos, pombos da rocha e torcazes, gaivotas, gralhas e muitos outros. Aves de rapina como as águias, açores, gaviões, mochos, e corujas partilham os céus com mais de trinta pássaros diferentes que, como o melro, o rouxinol e o pintassilgo fazem ouvir os seus maravilhosos cantos por toda a região.

 

 

 

 

 garça

 

 

 

 

cegonha

 

 

 

 

rola

 

 

 

 

 

 

  águia

 

 

 

mochos

 

 

 

melro

 

 

 

rouxinol

 

 

 

 

Flora e vegetação

A flora terrestre, misto de elementos mediterrânicos e atlânticos, com predominância dos primeiros, distribui-se por três unidades geomorfológicas: o barrocal, a sul, no planalto vicentino, seco e quente, com a sua vegetação típica de solos calcários; o planalto litoral, fresco e húmido, com os seus vastos campos dunares, incluindo dunas fósseis, charnecas e áreas alagadiças, nas quais a vegetação se diversifica; os barrancos serranos, associados às linjas de água do sudoeste, com flora adaptada a climas mais húmidos.


A densa vegetação arbórea e arbustiva dos barrancos é propícia à ocorrência de várias espécies de aves e, potencialmente, de mamíferos, relativamente raros, como é o caso do gato-bravo Felis silvestris. No caso das ribeiras regista-se a presença da Lutra lutra que também frequenta o mar, situação rara na Europa mas característica do litoral sudoeste português.          

 

 

 

 

Gato-bravo

 

 

 

Imagens da Costa Vicentina:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trabalho realizado por:

Margarida Gil Morais

       Nº16

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Domingo, 10 de Junho de 2007

Reserva Natural das Berlengas

     

As Berlengas são um pequeno arquipélago português situado a cerca de 10/15 km a oeste de Peniche. Fazem parte desta ilha três pequenos ilhéus, a Berlenga Grande e recifes adjacentes, as Estelas e os Farilhões-Forcados.

 

 

      

A ilha principal tem cerca de 1500 m. de comprimento por 800 m. de largura e 85 m. de altura. As inúmeras grutas espalhadas pelo granito róseo da ilha são uma das maiores atracções.

     Não há livre acesso a toda a ilha visto tratar-se de uma zona considerada Reserva Natural, mas existem trilhos, com cerca de
2 km., onde se pode deslumbrar a quase totalidade da espectacular beleza das Berlengas.



 

     
     

 A Flora da Ilha

Na ilha existem cerca de cem espécies de plantas, algumas únicas na Terra e outras de distribuição muito restrita. Na verdade, e considerando o facto da maior parte da area da ilha ser reserva integral (contando com os 3 ilhéus), é natural que a maior parte da fauna e flora não estejam ao alcance do visitante.

Esta é talvez a flor predominante na ilha. Popularmente mais conhecida por "Chorão", é uma planta cuja presenta começa a preocupar os monitores ambientais dada a sua extrema facilidade de adaptação, rapidez de crescimento e propagação, proporcionando um sério desequilibrio natural na ilha.

É no entanto a flor que mais contribui para as mais espéctaculares vistas naturais na ilha...

E a flor que está em quase todo o lado...

Existem no entanto outras plantas, algumas delas típicas da ilha.

Lobularia marítima / Frankenia laevis / Tufo de Armenia berlengensis

 

 

Existem também:

  Rosulatum 

  Thapsia villosa Papoila

  Malmequer-amarelo

  Silene 

  Armeria berlengens

  Malmequer-amarelo

  Anagallis monelli

A Fauna da Ilha

Estes são os animais que mais facilmente se encontra na ilha.

lagartixa de bocage.

O polvo

A estrela-do-mar

 

 

E as gaivotas...

 

 

 

Para além destas espécies, podem-se também encontrar outras como :

O sardão ou lagarto-ocelado

O coelho bravo

O rato preto

 

 As rolas-do-mar

 

A andorinha-dos-beirais

A coruja-do-nabal

 

 

 As anémonas

 

 

Os nudibrânqueos

 

Os sargos

 

 

Trabalho realizado por: Sofia Naendralal nº20

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PARQUE NATURAL DA SERRA DE S. MAMEDE

O Parque Natural da Serra de  S. Mamede foi criado em Abril de 1989.

Localização: O Parque Natural está situado no Norte Alentejano, Distrito de Portalegre, em Portugal.

Área: 31.750 ha abrangendo parte dos Concelhos de Arronches, Castelo de Vide, Marvão e Portalegre.

 

 

 

Na Serra de São Mamede encontramos um Alentejo inesperado, alto em vez de plano, verdejante em vez de seco, onde poderá descobrir vestígios da presença humana em diversas épocas históricas.

O seu cume, a 1025m de altitude, é o ponto mais elevado a sul do Tejo e um miradouro excepcional. A Serra funciona como uma barreira à condensação, criando um micro-clima com níveis de precipitação e humidade superiores aos das zonas envolventes, que dá origem a um rico e diversificado coberto vegetal.

 Panorâmica do Parque Natural da Serra de S. Mamede

Parque de São Mamede

 

Fauna

Exemplos de Mamíferos que habitam na região de S. Mamede:

· Toupeira

· Ouriço-Cacheiro

· Morcego-de-Ferradura-Pequeno

· Morcego-de-Peluche

· Rato-do-Campo

· Coelho

· Lebre

· Geneta

· Raposa

· Gato-Bravo

· Doninha

· Lontra

· Texugo

· Javali

· Veado

 

 

Toupeira                                        Lebre

 

Doninha

                                                     

Curiosidade:No Parque Natural da Serra de S. Mamede existe uma das maiores colónias de morecegos da Europa.

 

 

Exemplos de Aves que habitam na Região de S. Mamede:

· Águia-de-Bonelli

· Grifo

· Bufo-Real

· Peneireiro-das-Torres

· Coruja-do-Mato

· Coruja-das-Torres

· Cegonha-Negra

· Melro-Azul

· Chasco-Preto

· Guarda-Rios

· Tentilhão

· Toutinegra-de-Barrete-Preto

· Cartaxo

· Pintassilgo

· Chapim-Real

· Papa-Figos

· Corvo

 

   

Grifo                                                    Coruja-do-Mato

Papa-Figos

 

 Exemplos de Anfíbios que habitam na Região de S. Mamede:

· Salamandra-de-Costelas-Salientes

· Salamandra-de-Pintas-Amarelas

· Tritão-de-Ventre-Laranja

· Sapo-Parteiro

· Sapo-Corredor

· Sapo-de-Unha-Negra

· Rela

· Rela-Meridional

· Rã-Ibérica

- Rã Verde

  

Salamandra de costas salientes       Rela

 Rã Ibérica

Exemplos de Répteis que habitam na Região de S. Mamede:

· Cágado

· Osga

· Sardão

· Lagarto-de-Água

· Lagartixa-Ibérica

· Cobra-de-Água-de-Colar

· Cobra-de-Escada

· Vìbora-Cornuda

 

Cágado                                   Sardão

Víbora-cornuda

Flora

A norte, predominam os carvalhos e os castanheiros, e a sul, o montado puro de sobreiros e azinheiras, havendo ainda uma grande quantidade de Pinheiro Bravo.
O solo é pobre. A agricultura de subsistência - pequenas hortas com algumas árvores de fruto.

 

 

Carvalho                                          Sobreiro

Pinheiro bravo

 

Também os vestígios civilizacionais são em grande quantidade e remontam ao Paleolítico.

Entre pinturas rupestres, antas, menhires e a cidade romana Ammaia...

Todas as casas resultam da recuperação e adaptação de antigas escolas primárias. As casas de Hortas de Baixo e de Escusa correspondem ao mesmo projecto de execução, pelo que têm a mesma estrutura, variando o seu enquadramento paisagístico; o mesmo acontece em relação ás casas de Rabaça e Vale de Ródão, entre si.

 

Cidade romana Ammaia - Marvão

Ruinas

Ponte Romana na Portagem - Marvão

Parque de S. Mamede

 

 

 

Trabalho realizado por: Inês Júlio nº 13 

 

 

 

 
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Sábado, 9 de Junho de 2007

Resíduos

O que são resíduos?

 

Resíduos são materiais ou restos de materiais cujo proprietário ou produtor não mais considera com valor suficiente para conservá-los. Alguns tipos de resíduos são considerados altamente perigosos e requerem cuidados especiais quanto à coleta, transporte e destinação final, pois apresentam substancial periculosidade, ou potencial, à saúde humana e aos organismos vivos. Podemos clasiificar os resíduos, atendendo á origem, em resíduos industriais, perigosos e sólidos urbanos (RSU).

 

Resíduos Industriais

 

Os Resíduos Industriais são todos aqueles que são gerados em actividades ou processos industriais, como por exemplo, os pneus, sucata, etc.

 Resíduos Industriais.

 

Resíduos Perigosos

 

Resíduos perigosos todas as substâncias ou objectos dos quais o seu detentor se pretenda desfazer, ou tenha a obrigação legal de se desfazer e que contenham alguma ou algumas substâncias ou produtos perigosos ou que estejam contaminados, em concentrações que representem um risco para a saúde humana ou para o ambiente.

Resíduos Perigosos. Os materias utilizados nos hospitais podem estra contaminados com resíduos, que podem causar sérios problemas na saúde pública.

 

Resíduos Sólidos urbanos (RSU)

 

Os Resíduos Sólidos Urbanos, abreviadamente RSU, são todos os resíduos que forem domésticos, provenientes de um único estabelecimento comercial, escritório ou similar ou de um único estabelecimento industrial, desde que a sua produção não exceda 2000 litros, outros resíduos que, pela sua natureza e composição, sejam semelhantes aos resíduos domésticos.

 Tipos de resíduos provenientes das sociedades de consumo (RSU)

 

Lixeiras

As lixeiras consistem em depósitos não controlados de lixo.

Nestes depósitos de lixo, além de não haver vedações, os resíduos não são cobertos e não há controlo de excessos, permitindo assim, a descarga clandestina de resíduos perigosos; não existem impermeabilizações, nem tratamento de águas contaminadas (água lixiviantes), produzidas durante a biodegradação dos resíduos orgânicos. As lixeiras provocam, ainda, libertação de gases para a atmosfera, os quais contribuem para o efeito de estufa ou, no caso de ficarem retidos, podem ocasionar incêndios.

Por tudo isto, as lixeiras provocam a contaminação dos solos, dos rios e das águas subterrâneas, a libertação de fumos e de odores desagradáveis e, até, a proliferação de roedores. Desta forma, contituem um risco para a saúde pública e para a degradação da paisagem e da Natureza.

Lixeiras

 

Aterro Sanitário

 

Um aterro sanitário é uma instalação de eliminação utilizada para a deposição controlada de resíduos, de forma a garantir um destino final adequado. Como tal, tem que funcionar de acordo com as regras técnico-ambientais adequadas, para que seja assegurado o fim para o qual foi projectado.

 Aterro Sanitário

 

Assim, o controlo da entrada dos resíduos, a organização das células de deposição, bem como as operações a realizar diariamente, são de extrema importância.

 

A grande maioria dos resíduos que chegam ao aterro sanitário e que serão alvo de deposição, são os provenientes da recolha indiferenciada.

 

A recepção dos resíduos inicia-se com a entrada da viatura de transporte de resíduos no aterro sanitário e a paragem na báscula, onde é efectuada a primeira pesagem.

Depois de controlada a sua entrada e efectuada a pesagem, a viatura desloca-se até à zona de deposição, avança até à frente de trabalho, procedendo à descarga dos resíduos. De seguida a viatura passa pela unidade de lavagem dos rodados e é novamente pesada para a obtenção da tara, de forma a ficar registado o peso líquido.

O método de deposição de resíduos no Aterro Sanitário adoptado passa pelas boas práticas de gestão e manuseamento dos resíduos no local de deposição, de modo a minimizar a ocorrência de odores e poeiras na vizinhança.

Assim, logo após a descarga dos resíduos, procede-se ao seu espalhamento, compactação e cobertura com terras, de acordo com as normas a seguir indicadas:

• A descarga dos resíduos pelas viaturas de transporte é efectuada o mais perto possível da célula em exploração;

• Depois de descarregados, os resíduos são espalhados por uma pá carregadora de rastos, que os dispõe em camadas com cerca de 1 metro de altura, sendo posteriormente compactados por um pé de carneiro de 24 toneladas, formando “mini-camadas” com cerca de 20 cm.

• No final de cada dia, os resíduos depositados são cobertos com cerca de 5 a 6 cm de terra.

• No final da semana ou depois de esgotada a capacidade de cada célula, é feita uma cobertura com cerca de 15 a 20 cm de terra, com vista ao seu encerramento.

 Os resíduos de embalagens recolhidos selectivamente nos ecopontos (papelão, embalão) são transportados para o Centor de Triagem, onde se procede à sua separação por tipos de materiais e posteriormente ao seu encaminhamento para as indústrias de reciclagem.

Incineração

 

A incineração é a queima do lixo em aparelhos e usinas especiais. Apresenta a vantagem de reduzir bastante o volume de resíduos. Além disso, destrói os microrganismos que causam doenças, contidos principalmente no lixo hospitalar e industrial.Depois da queima, resta um material que pode ser encaminhado para aterros sanitários ou mesmo reciclado.Certos resíduos, no entanto, liberam gases tóxicos aos serem queimados. Nesses casos, para evitar a poluição do ar, é necessário instalar filtros e equipamentos especiais – o que torna o processo mais caro.

 

 Incineração

 

 

Compostagem

Conjunto de técnicas aplicado para controlar a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter, no menor tempo possível, um material estável, rico em húmus e nutrientes minerais; com atributos físicos, químicos e biológicos superiores (sob o aspecto agronômico) àqueles encontrados na(s) matéria(s) prima(s).

O que é uma ETAR?

Uma Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) é certamente o destino mais adequado à promoção da saúde pública e à preservação dos recursos hídricos, de modo a evitar a sua contaminação. Assim, as ETAR têm como objectivo o tratamento final das águas residuais produzidas pelas populações, permitindo uma possível reutilização destas, através de um processo longo e faseado.

O tratamento da água inclui processos físico, químicos e biológicos, de forma a ser obtida água despoluída. Esta pode, posteriormente, ser utilizada na agricultura, quando lançada nos rios e mares, não causa problemas ambientais


 

ETAR

 

Em alguns dos sistemas integrados de gestão dos resíduos, ão ocorre sempre o aproveitamento de matérias-primas. Mas, este aspecto é essencial parase evitar o esgotamento dos recursos naturais.

Face a esta problemática da gestão dos resíduos, a Comissão Euripoeia propôs a regar dos 3 R's: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

 

Estes são os 3 R's:

Reduzir o desperdício,
Reutilizar sempre que for possível antes de jogar fora, e
Reciclar, ou melhor: separar para a reciclagem, pois, na verdade, o indivíduo não recicla (a não ser os artesãos de papel reciclado).

O termo reciclagem, tecnicamente falando, não corresponde ao uso que fazemos dessa palavra pois reciclar é transformar algo usado, em algo igual, só que novo.
Por exemplo, uma lata de alumínio, pós-consumo, é transformada, através de processo industrial, em uma lata nova.
Quando transformamos uma coisa em outra coisa, isso é reutilização.
O que nós, como indivíduos, podemos fazer, é praticar os dois primeiros R's: reduzir e reutilizar.
Quanto à reciclagem, o que nós devemos fazer é separar o lixo que produzimos e pesquisar as alternativas de destinação, ecologicamente correctas, mais próximas.

Pode ser uma cooperativa de catadores ou até uma instituição filantrópica que receba material reciclável para acumular e comercializar.

·       Ecopontos - definem-se como uma bateria de contentores com cores diferenciadas, destinados a receber os materiais pré-separados para posterior reciclagem. O de cor azul designa-se por Papelão, o verde por Vidrão, o amarelo por Embalão e o vermelho por Pilhão.

Ecopontos

  • Ecocentros -  são áreas vigiadas dedicadas à recepção de resíduos para reciclagem com um volume de contentorização superior aos ecopontos e, com eventual, mecanização com vista à preparação dos resíduos para encaminhamento para a reciclagem.

 Ecocentros

·       Central de triagem -  é uma instalação industrial para triagem dos Resíduos Sólidos Urbanos, isto é, para a separação de materiais constituintes destinados à valorização e para a separação de matérias constituintes destinadas a tratamento posterior. O Centro foi concebido para o tratamento dos seguintes tipos de resíduos:

Embalagens de papel e cartão: cartão canelado, cartão liso, cartão para bebidas, sacos de papel, jornais, revistas, papel de escrita e impressão

Embalagens de plástico: PET, PET óleos, PEAD, PVC, filmes (sacos de PEBD/PEAD), EPS

Embalagens metálicas: ferrosas (aço) e de alumínio.

Os diferentes materiais são depositados no solo da instalação em zonas delimitadas e identificadas para descarga de papel/cartão e embalagens plásticas e de metal.

Centro de triagem

Trabalho realizado por: Cláudia Fidalgo nº7 8ºA e Sara Machado nº18 8ºA

 

RESÍDUOS
Resíduo ou lixo, é qualquer material considerado inútil, sem valor, gerado pela actividade humana e que precisa ser eliminado.  
 
O termo lixo aplica-se geralmente para materiais no estado sólido. Líquidos ou gases considerados inúteis ou supérfluos, são geralmente chamados de resíduos (líquidos ou gasosos). Porém, os termos lixo e resíduos também podem ser utilizados para descrever respectivamente fluidos e sólidos.
 
 Lixeira
 
Tipos de Resíduos
Lixo orgânico
Lixo orgânico é todo o lixo que tem origem animal ou vegetal, ou seja, que recentemente fez parte de um ser vivo: restos de alimentos, folhas, sementes, restos de carne e ossos, papéis, madeira, etc.Este tipo de lixo também é considerado poluente e quando acumulado,  pode tornar-se altamente inatractivo, mal-cheiroso, em geral devido à decomposição destes produtos. Mas, caso não haja um mínimo de cuidado com o armazenamento desses resíduos cria-se um ambiente propício ao desenvolvimento de microrganismos que muitas vezes podem ser agentes causadores de doenças. O lixo orgânico pode ser decomposto.O principal componente do lixo orgânico é o lixo humano, composto pelos resíduos produzidos pelo corpo humano, tais como fezes e urina. O lixo humano pode ser altamente perigoso, uma vez que pode abrigar e transmitir com facilidade uma grande variedade de vermes, bactérias, fungos e vírus causadores de doenças. O lixo orgânico pode ser  usado como adubo (a partir da compostagem) ou utilizado para a produção de certos combustíveis como biogás, que é rico em metano (a partir da biogasificação).
 
 
 Lixo orgânico
 
Lixo inorgânico
Lixo inorgânico inclui todo o material que não possui origem biológica, ou que foi produzido através de meios humanos, como plásticos, metais e ligas, vidro, etc. Muito do lixo inorgânico possui um grande problema: quando deitadodo directamente no meio ambiente, sem tratamento prévio, demora muito tempo para ser decomposto. O plástico por exemplo, é constituído por uma complexa estrutura de moléculas fortemente ligadas entre si, o que torna difícil a sua degradação e posterior digestão por agentes decompositores. Para solucionar este problema, diversos produtos inorgânicos são biodegradáveis.
 
       Lixo inorgânico

 

Lixo tóxico
Muito do lixo é tóxico. Lixo tóxico inclui pilhas e baterias, que contém ácidos e metais pesados na sua composição, certos tipos de tinta (como aquela usada nas impressora), além de dejectos industriais. Lixo tóxico precisa receber tratamento adequado, ou pode causar sérios danos ambientais  à saúde de muitas pessoas.
Lixo altamente tóxico
Lixo nuclear e hospitalar entram neste conjunto. Estes produtos precisam receber tratamento especial, ou podem causar sérios danos ambientais  à saúde de muitas pessoas. Lixo altamente tóxico deve ser isolado, enquanto lixo hospitalar deve ser incinerado.

 

Lixo hospitalar
Origem
  • Resíduo doméstico: é o formado pelos resíduos sólidos produzidos pelas actividades residenciais e apresenta cerca de 60% de composição orgânica e o restante formado por embalagens plásticas, latas, vidros, papéis, etc.

 

 
  • Resíduo sólido urbano: inclui o resíduo doméstico assim como o resíduo produzido em instalações públicas (parques, por exemplo), em instalações comerciais, bem como restos de construções e demolições.
  • Resíduo industrial: é gerado pelas indústrias, e é geralmente altamente destrutivo ao meio ambiente ou à saúde humana.
  • Resíduo hospitalar: é a classificação dada a produtos sem valor e considerados perigosos, produzidos dentro de um hospital, como seringas usadas, aventais, etc. Por serem perigosos, e conterem agentes causadores de doenças, este tipo de lixo é separado do restante produzido dentro do hospital (restos de comida, etc), e é geralmente incinerado. Porém, certos materiais hospitalares, como aventais que mantiveram constante contacto com raios electromagnéticos de alta energia como raios X, são categorizados de forma diferente (o mencionado avental, por exemplo, é considerado lixo nuclear), e recebem tratamento diferente.
  • Lixo nuclear: composto por produtos altamente radioactivos, como restos de combustível nuclear, produtos hospitalares que tiveram contacto com radioactividade (aventais, papéis, etc), enfim, qualquer material que teve exposição prolongada à radioactividade e que possue algum grau de radioactividade. Devido ao facto de  tais materiais continuarem a emitir radioactividade por longos períodos de tempo, eles precisam ser totalmenteconfinados e isolados do resto do mundo.

 

     Tratamento
Aterro sanitário
 
Aterros sanitários, são a forma mais utilizada para tratamento de resíduos. Utilizam grandes áreas de terra, onde o lixo é depositado. Porém, inutilizam vários materiais que poderiam ser reciclados, além de ser uma fonte de poluição do solo, de rios e lagos e do ar. A poluição  deve-se ao processo de decomposição da matéria orgânica que gera enormes quantidades de biogás, que contém metano e outros componentes tóxicos, e de chorume, líquido contendo componentes tóxicos que flue do lixo para o solo e água (como rios e lagos) da região.

 

Incineradoras
Incineradoras literalmente incineram o lixo, reduzindo-o a cinzas. São altamente poluidores, gerando enormes quantidades de poluentes, como gases que contribuem para o agravamento do efeito de estufa. É o método utilizado para a destruição de lixo hospitalar, que pode conter agentes causadores de doenças potencialmente fatais.
 
  
Compostagem
É um tratamento aeróbico, através do qual a matéria orgânica se decompõe em adubo ou composto.
 compostagem
 
Biogasificação
A biosificação ou metanização é um tratamento por decomposição anaeróbica que gera biogás, que é formado por cerca de 50% de metano e que pode ser queimado ou utilizado como combustível. O resíduo sólido da biosificação pode ser tratado aerobicamente para formar composto.
 
Confinamento permanente
Lixo altamente tóxico e duradouro, e que não pode ser destruído, como lixo nuclear, precisa ser tratado e confinado permanentemente, e mantidos em algum lugar de difícil acesso, como túneis escavados a quilómetros abaixo do solo, por exemplo.
 
 
Reciclagem
Muito do lixo pode ser reutilizado, através da reciclagem, desde que adequadamente tratado, gerando fonte de renda e empregos, além de contribuir contra a poluição ambiental. Outros resíduos, por outro lado, não podem ser reutilizados de nenhuma forma, como lixo hospitalar ou nuclear, por exemplo.
A reciclagem é o processo de reaproveitamento de material orgânico e inorgânico do lixo. É considerado o melhor método de tratamento de lixo, em relação ao meio ambiente, uma vez que diminui a quantidade de lixo enviado a aterros sanitários, e reduz a necessidade de extracção de mais matéria-prima directamente da natureza. Porém, muitos materiais não podem ser reciclados continuadamente (fibras, em especial). A reciclagem de certos materiais é viável, mas pouco  praticada.
 reciclagem
 
 

 

 


trabalho realizado por: Soraia Monteiro  8.ºA N.º21
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Sexta-feira, 8 de Junho de 2007

Parque Natural da Ria Formosa - Algarve

 
 
Parque Natural da Ria Formosa (PNRF)
 
 
                                                                                                            
 
Superficie: 18400 hectares ao longo de 60km desde o Aneão até à Manta Rota.
 
Localizaçao: Parque Natural situado no Sotavento algarvio, assente na importante zona lagunar aí existente. Parte do território do PNRF (Parque Nacional da Ria Formosa) situa-se nos concelhos de Faro, Loulé, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António. 
 Localização da Ria Formosa
 
Porque foi Classificado:
 
            O PNRF tem desde há muito tempo um valor ecológico científico, económico e social.
            O Decreto-Lei nº 373{87, de 9 de Dezembro, criou o Parque Natural da Ria Formosa, traçando-lhe como objectivos principais a proteção e a conservaçao do sistema lagunar, nomeadamente da sua flora e fauna, incluindo as espécies migratórias e respectivos habitats.
            Outro dos seus objectivos é compatibilizar a protecção do património natural e cultural e um desenvolvimento socio-económico sustentado, também foram criados outros relacionados com: o apoio as actividades económicas e tradicionais e a outras desde que compativeis com a promoção de actividades de recreio, lazer turismo, tendo em conta as particularidades da area protegida e a sua capacidade de carga. Com a implemntação de infraestruturas vocacionadas para a educação ambiental, de forma a sensibilizar a população residente e os visitantes para a necessidade de preservar os valores naturais e culturais e de que o Centro de Educação Ambiental de Marim é um excelente exemplo.
 
 
Vista Panorâmica da Ria Formosa
 
 
 Foto do Parque
 
Caractrização Física:
           
            O PNRF caractriza-se pela presença de litorais anamórficos marinho (praias, litorais de barreira ou rias, litoral de sapal), litorais eólicos (dunas) e litorais anamórficos fluviais.
            A sul é limitada por um conjunto de ilhas-barreira do cordão arenoso litoral, que a separa do cabo de Santa Maria.Para leste deste capo, encurva-se até á Cacela.
 

Dunas - Ria Formosa

 

Litoral - Sapal

 

            As ilhas-barreira são conhcidas por Península do Ancão (praia de Faro), ilhas barreta, Culatra, Armona, Tavira, Cabanas e península de Cacela. As seis barras de maré que as separam possuem caractríticas diferentes.
 

 Ria Formosa

 

            O PNRF enquadra-se numa região de clima mediterrânico, de caractrísticas semi-áridas, com uma estação seca prolongada, durante os meses de Verão, e com o Inverno ameno devido à inflência do fluxo atlântico do oeste, e pelo facto de se encontrar longe das regiões da origem das massas de ar polar continental.
            Inserida no Sul de Portugal, possui caractríticas climáticas de transição para o sub-tropicalismo, em que as precipitações são fracas e irregulares, as temperaturas são amenas, com raras ocorrências de valores negativos, e a insolação é elevada.
 
 
Nº de espécies aproximados: 
                                                  -693 espécies de plantas
                                                  -288 de moluscos
                                                  -79 de peixes
                                                  -15 de répteis
                                                  -11 de anfibios
                                                  -214 de aves
                                                  -18 mamíferos
                                                  -8 de Aracnídeos (aranhas)
                                                  -5 de crustáceos (lagosta, carangueijo, etc)
                                                  -6 de anelídeos (minhocas)
 
Fauna:
 
À diversidade de comunidades vegetais corresponde uma abundância de variedade de espécies animais que constitui um dos aspectos notáveis da Ria Formosa, destacando a avifauna (várias especies de aves), onde se incluem numerosas espécies consideradas ameaçadas sendo um dos principais interesses da conservação da natureza.
Muitas espécies de aves aquáticas migratórias, provenientes do Norte da Europa passam aqui o Inverno ou utilizam a Ria como ponto de escala na sua rota rumo a zonas mais meridionais. São exemplos dessas aves:
 

 

    Pato-real Anas platyrhynchos                   Piadeira Anas penelope

 

 

    Pato-trombeteiro Anas clypeata             Marrequinho-comum Anas crecca

 

 

Borrelho-grande-de-coleira Charadrius hiaticulao

 

 

          Fuselo Limosa lapponica                   Maçarico-de-bico-direito Limosa limosa

 

  

Alfaiate Recurvirostra avosetta

 

 
A espécie emblemática do parque a Galinha Sultana, devido à elevada proteção e estudo da espécie, os efectivos populacionais têm aumentado nos últimos anos.
 
Galinha Sultana
 
As aves de rapinas são pouco frequentes, mas durante as épocas de migração e no Inverno, econtram-se a caçar em toda a área.
 
 
      
Águia-de-asa-redonda Buteo buteo                Coruja-do-mato Strix aluco
 
 
Tartaranhão-azulado Circus cyaneu
 
A Ria Formosa tem uma grande importância no ciclo de vida de numerosas espécies de peixes, moluscos e crustáceos, principalmente como zona de reprodução e alimentação.
 
 

 

     
   Lingueirão Ensis siliqua
 
 
Nos répteis, a Ria Formosa destaca-se o Camaleão. Esse encontra-se neste momento em vias de extição.
 
 
Camaleão Chamaeleo chamaeleon
 
Os mamiferos também fazem parte desta enorme fauna que a Ria Formosa contem. A lontra, o Sacarrabos, a Geneta, a Fuinha, o Texugo e a Raposa são alguns dos exemplos de espécies que podemos encontrar no PNRF.
 
 
Sacarrabos Herpestes ichneumon                             Texugo Meles meles
 
Vegetação e Flora:
    
 
Dunas:
            As dunas costeiras e o cordão dunar avançado, formam-se na parte que imediatamente se segue ao domínio das marés, principalmente durante as vazantes, quando as areias secas da praia exposta são mobilizadas e transportadas pelo vento e depositadas mais adiante. Em muitos pontos a crista dunar foi cortada pela acção de ventos constantes já com certa intensidade.
 
Dunas - Ria Formosa 
 
Vegetação Dunar:
            As condições de formação e a dinâmica geomorfológica das dunas revelam que estas são estruturas instáveis. A proximidade do mar actua como factor selectivo na instalação e crescimento da sua vegetação. No lado virado ao mar, observa-se tão grande pobreza florística: as plantas costeiras estão sujeitas a ventos fortes carregados de partículas de sal, a luminosidades excessivas, a amplitudes térmicas que vão do sol escaldante do verão ao frio cortante do inverno. Isto provoca apreciável transpiração na planta, o que, conjugado com a grande permeabilidade do solo dunar, que deixa infiltrar rapidamente a água que nele cai, irremediavelmente a condena a um ambiente hostil de xerofitismo (um ambiente em que prevalecem as condições de secura). As plantas psamófitas, que vivem nas areias, sobrevivem porque desenvolveram adaptações mais ou menos profundas que impedem sobretudo as perdas excessivas de água. Alguns exemplos de espécies de vegetação dunar:
 
 
Elymus farctus                                                             Euphorbia paralias 
 
 
 
 Otanthus maritimus
 
Sapal:
Em espaços abrigados da costa, orlando estuários, lagunas ou baías e protegidas do embate das ondas do mar aberto por uma barreira de ilhas ou pontas arenosas, ao nível de entremarés surgem plataformas onde se instala densa cobertura de uma vegetação muito caractristicos; estão submersas durante a maré alta e ficam a descoberto na maré baixa. São os sapais.
 
Vegetação do Sapal:
            Os sapais originam-se em zonas costeiras de águas calmas. O reduzido fluxo das marés facilita a deposição dos detritos e sedimentos em suspensão e assim vão surgindo bancos de vasa onde, a certa altura, há substrato para a vegetação. Exemplos de vegetação do sapal:
 
 
        Arthrocnemum perenne                                                                        
                                                                                           Suaeda maritima.
 
Mata:
            Uma estreita faixa continental é ocupada por mata degradada e paradoxalmente bastante rica do ponto de vista florístico; albergando espécies com estatuto especial de conservação e alguns endemismos. Alguns exemplos de vegetação:
 
 
                    Pinus pinea                                                       Arbutus unedo 
     
 
             Cistus libanotis                                                                                                                               Chamaerops humilis
 
 
 
Lavandula pedunculata subsp. Lusitanica (Rosmaninho)
 
Vegetação Ribeirinha:
            A parte continental é atravessada por alguns cursos de água de que se destaca a ribeira de S.Lourenço, no Ludo, importante refúgio para abundantes e variadas populações de aves aquáticas. A vegetação que cresce nas suas margens (vegetação ribeirinha) toma grande importância quando apreciada em termos do alimento e, sobretudo, do abrigo que lhes fornece. Exemplos de vegetação ribeirinha:
 
    Tamarix africana (tamargueira)                                   Phragmites communis (caniço)
 
                 
                Juncus acutus                                                                             
 
                                                                                         Cladium mariscus
 
 
Curiosidades:
           
            A Ria Formosa foi local de encontro de povos e culturas de raiz mediterrânica - fenícios, gregos, cartagineses, romanos e árabes. Testemunhos arqueológicos da presença romana surgem por toda a faixa litoral.
O Parque Natural da Ria Formosa oferece aos seus visitantes um percurso pedestre de 3 Km, no qual pode visitar:
uma estação romana do séc. IV, com vestígios de antigos tanques de salga de peixe
um moinho de maré
uma barca de atum que levava o pescado às fábricas de conserva da área
um observatório de aves em liberdade
um aquário anexo ao Centro de Educação Ambiental
Centro de Recuperação de Aves, onde se reabilitam aves feridas
Centro de Reprodução e Criação de Cães-de-Água do Algarve
 
 
 

 Cão-de-Água, espécie caractristica da Ria Formosa
 
 
Poderá ainda visitar o Chalet do Poeta João Lúcio onde funciona actualmente uma Ecoteca.
 
 

 
 Charlet do João Lúcio.
 
 
Links:
 
www.icn.pt
http://www.olhao.web.pt/ParqueNatural.htm
 
Trabalho Realizado Por: Alice Rosmaninho  nº1
 
           

 

 

sinto-me:
publicado por EscolaJNJ às 17:37
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2007

Parque Natural da Serra da Estrela

Parque Natural da Serra da Estrela

 

O Parque Natural da Serra da Estrela localiza-se na Serra da Estrela e cobre uma parte significativa desta montanha que é a mais alta de Portugal continental (1993 metros).
Marcado por afloramentos rochosos e vestígios de antigos glaciares, a elevada altitude e localização do parque natural tornam-no um dos locais do país com maior precipitação.

A Serra da Estrela constitui uma região de característica económica de montanha, ou seja, a sua população rural conserva formas e hábitos de cultura locais. A pecuária, seus derivados e todo o percurso comercial, a ela ligada, constituem a base económica desta população serrana. Esta dependência é tão grande, que nos últimos anos, tem-se apostado fortemente na promoção e divulgação dos seus produtos.

Com valores naturais relevantes, incluindo algumas espécies de flora únicas no país, na fauna destaca-se:

- O Lobo;

- O Javali;

- A Lontra;

- A Raposa.

Fig. 1 – O lobo é uma das espécies que se localizam na Serra da Estrela.

 

Outras espécies de Fauna da Serra da Estrela:

Fig. 2 - Chasco-ruivo

Fig. 3 – Corvo

Entre outros como, por exemplo, Ferreirinha-comum, Ferreirinha-alpina, Chasco-cinzento, Cotovia-pequena, Cartaxo-comum, Guarda-rios-comum e Alvéola-cinzenta.
Na flora temos:
Fig. 4 – Cardo
Fig. 5 - Junco
 
Entre outras como, por exemplo, Cervum, Urgueira, Sargaço, Giesta, Cardo, Serradela e Feto.
Fotos do Parque Natural da Serra da Estrela

Para mais informação: www.icn.pt

Trabalho realizado por: Joao Assunção

publicado por EscolaJNJ às 20:30
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Áreas Protegidas

 

Áreas Protegidas


A criação de áreas protegidas facilita aos cidadãos o direito de utilizar e o conhecimento de uma Natureza bem conservada, tal como a contribuição para garantir condições de vida dignas para as comunidades que neles se encontram integradas.
As áreas protegidas existentes em Portugal, foram definidas pela legislação portuguesa como:

Parque Nacional – conjunto de reservas construídas para protecção da Natureza e educação da população.


Parque Natural – área de território devidamente ordenado, tendo em vista o recreio, a conservação da Natureza, a protecção da paisagem e a promoção das populações rurais.


Reserva Natural Integral – zona onde a protecção diz respeito a todos os aspectos da Natureza.


Reserva Natural Parcial – zona onde se procura acautelar determinados conjuntos bem definidos da Natureza (fauna. flora, solo, geologia ou recursos aquíferos).


Paisagem Protegida – corresponde a chamada reserva de paisagem; propõe-se salvaguardar áreas rurais ou urbanas onde subsistem aspectos característicos na cultura e hábitos dos povos, na construção e concepção dos espaços, promovendo a continuação de determinadas actividades (agricultura, artesanato, pastoreio, etc).


Lugares, Sítios, Conjuntos e Objectos Classificados – onde se propõe a definição de áreas e medidas indispensáveis à salvaguarda paisagística de determinadas ocorrências naturais e construídas de interesse cultural, científico ou técnico.

Em Portugal existem 31 áreas protegidas, entre as quais:

- Parque Natural da Ria Formosa
- Parque Nacional da Peneda-Gerês
- Parque Natural da Arrábida
- Reserva Natural do Estuário do Sado

- Reserva Natural do Sapal de Castro -Marim




 

publicado por EscolaJNJ às 17:53
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

Serra de Montejunto

Localização da serra de Montejunto!

 

 

No extremo Norte do distrito de Lisboa, localizada no extremo Sul do Concelho do Cadaval e a norte do Concelho de Alenquer, ergue-se majestosa e deslumbrante a Serra de Montejunto.

 

 

 

 

Caminhada a serra de montejunto

vista de cima da serra de montejunto

 

 

A actividade principal na serra é a agricultura.

 

 

Agricultura

 

 

 

Geologia

A Serra de Montejunto pertence a uma unidade estrutural característica o “Maciço Calcário Estremenho”. Este maciço, geograficamente descontínuo e com orientação NE-SW, engloba as Serras de Sicó, Alvaiázere e Maciço de Porto de Mós,constituindo a Serra de Montejunto o seu prolongamento para Oeste.
Do ponto de vista estrutural e tectónico, a Serra de Montejunto está dividida em duas partes por uma zona de fracturas transversais. A zona NE é limitada, do lado oriental, por falhas de orientação NE-SW e o contacto entre as formações Mesozóicas e Cenozóicas é mais ou menos vertical, com tendência para cavalgamento das primeiras sobre as segundas, na zona de S. Salvador e Pedreira.

 Imagem Desporto na Serra de Montejunto

Espécies de animais da zona!

 

Centro de Recuperação de Animais Selvagens (CRAS)

Ao criar o Centro de Recuperação de Animais Selvagens (CRAS) junto à Serra de Montejunto, a Quercus pretende não só recuperar espécimes que nos chegam vítimas de diversos tipos de atentados, mas ao mesmo tempo dedicar uma permanente atenção à Serra, nomeadamente para os valores naturais que ainda subsistem.
A criação do CRAS só foi possível graças ao apoio fundamental de algumas entidades (a maioria delas privadas), sócios da Quercus e inúmeros voluntários que apostaram na construção do edifício onde hoje funciona o CRAS.
O CRAS fica localizado na povoação da Tojeira, perto do Vilar, junto a uma das encostas da Serra.

Imagem Desporto na Serra de Montejunto

Beija flore em recuperação

 

 

Gruta da Fórnea
Foi escavada por Leonel Trindade, na década de 30, e os materiais então recolhidos foram adquiridos pelo Museu Nacional de Arqueologia.
Esta gruta situa-se perto da aldeia do Charco. Nela foram recolhidas pontas de seta, lâminas e raspadores, em sílex, machados e enxós, em pedra polida, algumas peças em osso e contas de colar.
Uma peça em grés com um cabo poderá ser um ídolo. Da cerâmica destacam-se alguns pequenos fragmentos de vasos decorados, os vasos com bordo denteado e as taças carenadas.
A ocupação desta gruta necrópole integra-se no Neolítico final, entre cerca de 3300 e 3000 anos a.c.

 

  Sites consultados!!!

 

www.cm-cadaval.pt/.../montejunto/cras.htm

http://www.youtube.com/results?search_query=serra+de+montejunto

http://portal.icn.pt/ICNPortal/vPT/

http://portal.icn.pt/ICNPortal/vPT/Areas+Protegidas/PaisagemProtegida/

vistasnapaisagem.weblog.com.pt

Trabalho Realizado por:

 

Paulo Elias nº17  8ºA

publicado por EscolaJNJ às 17:13
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Reserva Natural da Serra da Malcata

 

A Serra da Malcata caracteriza-se pela suavidade dos seus cumes, contrastando com as vertentes íngremes, por vezes escarpadas, e os vales encaixados. A cota mais elevada situa-se no Alto da Machoca, com 1.078 metros. A Serra da Malcata é fundamentalmente coberta por matos extensos e plantações de coníferas, existindo um contraste visível entre as vertentes norte e sul, sendo as primeiras de características climáticas mais frias e continentais, enquanto que as segundas são mais quentes e mediterrânicas. A paisagem é valorizada pela existência de inúmeras linhas de água, com destaque para o Rio Côa, a Ribeira de Meimoa e a Ribeira de Bazágueda, que formam vales com galerias ripícolas entre os cumes da serra.

 

Possui inesperados recantos, onde se poderão encontrar relíquias da fauna e da flora.

Lá podemos encontrar variadíssimas espécies de animais:

-         Lince ibérico;

-         Coelho;

-         Gineta;

-         Raposa;

-         Gato-bravo;

-         Javali;

-         Fuinha;

-         Lobo-iberico;

-         Cegonha-preta;

-         Rouxinol-do-mato;

-         Pega-azul;

-         Rabirruivo-de-testa-branca;

-         Cobra-de-escada;

-         Cobra-rateira;

-         Lagarto-de-água;

-         Cágado;

-         Sapo;

-         Sapo-corredor;

-         Rã-ibérica;

-         Rã-verde.

 

Habitats:  Florestas e matas (floresta com espécies de folha caduca; floresta com espécies de folha persistente), Matos (matos esclerófilos), Zonas húmidas (águas paradas doces; cursos de água; vegetação ribeirinha), Áreas rochosas (falésias/fragas rochosas), Zonas artificiais (terra arada; campos e pomares perenes; plantações florestais).

Ao percorrer a área ao longo das estações, tomará consciência da alternância de cores, resultado da intensidade da floração da urze e da carqueja ou do melancólico despir do carvalho negral, espécie que se prolonga pelo Norte do concelho do Sabugal, a par das searas de trigo  e centeio.
 

               

       Urze                      Carqueja               Carvalho Negral

                                                                             

      

      Trigo                       Centeio

Localização do Parque Natural da

Serra da Malcata

 

 

 

 Pequena informação sobre o Lince Ibérico, um animal que em portugal só foi visto na Serra da Malcata, e se encontra em vias de extinção.

 

Beatriz Granado, nº4 8ºA

sinto-me: pfffff!
publicado por EscolaJNJ às 16:35
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