Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Dunas de S. Jacinto

O que são as Dunas de São Jacinto?

 

Uma Reserva Natural é uma área destinada à protecção de habitats da flora e da fauna.
Uma área ao ser classificada com a categoria de Reserva Natural, tem por efeito possibilitar a adopção de medidas que permitam assegurar as condições naturais necessárias à estabilidade ou à sobrevivência de espécies, grupos de espécies, comunidades bióticas ou aspectos físicos do ambiente, quando estes requerem a intervenção humana para a sua perpetuação.

As Áreas Protegidas são assim locais privilegiados para a sensibilização e Educação Ambiental pois constituem, por vezes, últimos redutos dos valores naturais característicos de cada região.

Dunas de s. Jacinto

 

História da Reserva

Com o tempo, a acção dos ventos dominantes do quadrante Oeste, influenciando a direcção normal da crista das ondas, aliada às correntes de circulação litoral de Norte para Sul, deu origem a uma sedimentação costeira, com a formação de duas restingas, caminhando em sentidos opostos, uma de Espinho para Sul e outra do Cabo Mondego para Norte.
Durante as marés vivas, a acção combinada do vento e das ondas sobre um banco de areia submerso, paralelo à costa, levaram à formaçao de dunas.

A barra da laguna veio sucessivamente descendo em latitude ao longo dos últimos dez séculos, até ser artificialmente estabilizada no início do século XIX no local onde hoje se encontra.

 

Nesta altura existiam na zona inúmeros pântanos, antros de mosquitos, responsáveis pela transmissão de doenças como a malária. Essa foi, uma das razões que levaram à secagem e drenagem das referidas zonas húmidas, a que se juntou a necessidade de fixar as areias pela florestação, o que viria a acontecer a partir do final do século XIX, pelos Serviços Florestais.

A manutenção deste espaço vital conduziu à Criação da Reserva Natural das Dunas S. Jacinto.

 

 Onde se localizam?

As Dunas de S. Jacinto ficam localizadas a norte do lugar e sede de freguesia do mesmo nome, tendo o oceano Atlântico a poente e um dos braços da Ria de Aveiro a nascente.
Nesta pouco elevada mas extensa zona de areias, com cerca de 700 ha, foi iniciada, há algumas décadas atrás, a fixação das Dunas pelos Serviços Florestais, com a plantação de algumas espécies como pinheiro-bravo, acácias e samouco.
São zonas altamente sensíveis estas formações dunares, devido à sua constituição arenosa, pelo que há todo o interesse na sua protecção e fixação como forma de impedir o avanço do mar, a salvaguarda dos terrenos de cultura e também a conservação do património faunístico, onde se destaca a colónia de garças mais setentrional do país, bem como a conservação do património florístico próprio das dunas, consideradas das mais bem conservada da Europa.
De referir ainda o potencial recreativo que a mata representa, numa zona com uma elevada carga humana, principalmente no Verão.

 

Localização das Dunas de S. Jacinto.

São objectivos específicos desta Reserva Natural:

  • Proteger o ecossistema dunar e o património natural a ele associado, incluindo a sua flora e fauna;
  • Promover acções de sensibilização ambiental;
  • Promover e divulgar os seus valores naturais, estéticos e científicos.

A função primordial da Reserva Natural consiste em conservar, o que implica gerir e, como tal, intervir. Trata-se de agir no sentido de preservar o suporte natural facilitando a fixação e desenvolvimento de espécies vegetais e animais específicas do contexto local. Daí:

  •  A protecção da vegetação natural da duna primária promovendo-se também a plantação de estorno para ajudar a sua fixação,
  •  A abertura de clareiras na mata para facilitar o aparecimento de folhosas, caso do carvalho e do medronheiro,
  •  O controlo de espécies exóticas - acácia e chorão,
  •  A prevenção de incêndios através da abertura de aceiros e do controlo através de uma torre de vigia.

Um outro facto curioso neste domínio prende-se com a abertura de charcos, executada a partir de 1984, cujo objectivo era a constituição de um local de refúgio para os patos da Ria de Aveiro e a criação de condições para o retorno e eventual fixação de garças que, em São Jacinto, já tinham tido o seu ponto de nidificação mais setentrional. Actualmente, essas zonas húmidas artificialmente criadas são frequentadas por várias espécies de anatídeos, ocorrendo a nidificação de outras aves e verificando-se longas permanências por parte das garças.
Usufruir não é sinónimo de ocupação desenfreada, daí que, no interior da Reserva Natural de S. Jacinto, se devam observar determinadas regras que mais não visam senão a protecção de um património natural que, uma vez destruído, dificilmente poderia ser recuperado...

Chorão

Acácia

Espécies de anatídeos

Habitats

A Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto é constituída por três zonas de características diferentes e muito próprias, cada uma delas com grande interesse para a Conservação da Natureza.
Merecem assim destaque as dunas móveis e fixas, de grande importância devido ao seu bom estado de conservação, uma mata constituída principalmente por pinheiro-bravo, mas que esconde alguns tesouros que urge descobrir, e ainda, bem no seu interior, charcos de água doce, dos quais se destaca o maior, mais conhecido por pateira, local privilegiado de passagem ou invernada para aves aquáticas migradoras.

 Pinheiro-Bravo

Charcos de água

Pateira, local privilegiado de passagem ou invernada para aves aquáticas migradoras.

Fauna

A Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto, como Área Protegida, é de extrema importância para a conservação e protecção da fauna nesta região. Merece destaque a Classe das Aves, não esquecendo no entanto os Mamíferos, os Répteis e os Anfíbios.
Várias das espécies presentes estão também protegidas internacionalmente, ou seja, fazem parte dos anexos de convenções e directivas internacionais, que visam a protecção e conservação da Natureza.

Algumas aves:

Mergulhão - Pequeno

Garça-Real

Tartaranhão-ruivo-dos-paúis

Felosa-poliglota

 Chapim-rabilongo

   Chapim-de-poupa

Gaio

Tentilhão

Mamíferos:

  Ouriço-cacheiro

Musaranho-de-dentes-brancos

Toupeira

  Lebre

  Coelho-bravo

Rato-Bravo

Ratazana

Rato caseiro

 Raposa

Texugo

Geneta

Répteis:

Lagartixa-de-Bocage

Lagartixa-do-mato

  Cobra-rateira

  Cobra-d'água-de-colar

Anfíbios:

Tritão-marmorado

Sapo-de-unha-negra

Sapinho-de-verrugas-verdes

Sapo-corredor

Rela

Rã verde

Salamandra-dos-poços

Flora

A Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto possui uma flora e vegetação rica e variada, que se divide pelas diferentes zonas da Reserva. Na duna primária, que sofre a acção directa do mar, torna-se visível a vegetação própria das areias litorais, com diferenças em relação à zona interdunar.
Avançando para a mata, podemos encontrar pequenas manchas de folhosas e descobrir a importância de algumas áreas de cotas baixas, como pequenas clareiras encharcadas, valas de drenagem e charcos artificiais, em que aparecem espécies típicas de zonas húmidas.

Ameiro

Camarinheira

Estorno

Granza-da-praia

Junco

Madresilva

Narciso-das-areias

Roseira-Brava

Samouco

Tojo

Uva-de-cão

 

Trabalho elaborado por: Sara Machado nº18 8ºA

 

Para saber mais espécies clique aqui http://camarinha.aveiro-digital.net/lista001.htm

 

sinto-me:
música: Beyoncé- Irreplacable
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

24 maneiras de poupar água

Há muitas maneiras de poupares água. Vou-te mostrar como:
 
Quando lavares a loiça à mão, não a laves peça a peça. Junte-a e lave-a no lava-louças ou num alguidar cheio de água.
 
Não ponhas a máquina de lavar loiça a trabalhar sem a carga completa.
 
Enche bem a máquina de lavar roupa em cada lavagem. Utiliza o botão de "meia carga", quando possível, no caso de não haver roupa suficiente para encher a máquina.
 
Para pouca roupa ou peças isoladas, não uses a máquina. Lava à mão e utilize a água para lavar o chão da cozinha.
 
● A água de cozedura dos vegetais, depois de arrefecida ou a água da chuva captada podem ser utilizadas para regar as tuas plantas ou o seu jardim.
 
● Verifica o fecho correcto das torneiras após o uso, não as deixando a correr ou a pingar; uma torneira a pingar durante 24 horas, de 5 em 5 segundos, perde 3 litros de água, o que corresponde a mais de 1000 litros de água por ano.
 
O caudal de uma torneira é de 11 a 19 litros de água por minuto. Instala um compressor redutor de caudal e poderá reduzir o consumo em 50%.
 
 
 
 
 
 
 
 
 Fig.1-Água
 
 
 
 
 
 ● Prefere o duche ao banho de imersão.
 
No duche, sê rápido e enquanto te ensaboas não deixes a água a correr, ok?.
 bubbles_bathtub_lg_clr.gif (12405 bytes)
 Enche o lavatório quando fizeres a barba.
 
● Minimiza a utilização da água corrente para escovar os dentes (com uso de copo ou fechando a torneira durante a escovagem), lavares as mãos ou barbeaste(só daqui a uns quantos anos). Poupará 10 a 30 litros de água.
 
Sempre que tiveres de esperar pela água quente no duche, enche num balde ou alguidar a água até ela atingir a temperatura desejada. Esta pode ser utilizada para regar plantas, lavar o carro, dar de beber aos animais de estimação ou até mudar a água do aquário.
 
● Utiliza o autoclismo só quando for necessário; evite descargas desnecessárias.
 
Para saber se o teu autoclismo perde água ponha umas gotas de corante no depósito e se vir água corada na sanita, sem ninguém ter puxado o autoclismo, é porque existe uma fuga.
 
 
 
 
 
 
 
 
● Não transformes a sanita em recipiente do lixo - coloque o lixo (como cotonetes e papel) em balde apropriado para esse fim, evitando deitar lixo na bacia de retrete e a descarga associados.
 
● Reduz o volume de armazenamento do autoclismo, colocando uma garrafa de água dentro do depósito deste, de forma a não interferir com o mecanismo de descarga.
 
Prefere autoclismos que permitam escolher o fluxo de descarga de água. Os autoclismos tradicionais têm capacidades que podem variar entre os 7 e os 15 litros por descarga. A poupança na facturação com o novo sistema dual (6/3 litros) permitirá recuperar o investimento num período de 2 a 3 anos.
 
● Usa a descarga de menor volume, ou interrupção da descarga, para usos que não necessitem de descarga total (ex: urina) - a descarga de maior volume deve ser associada apenas a usos em que esteja presente matéria fecal, cerca de 30% das descargas com autoclismo, de acordo com um estudo realizado no Reino Unido, Friedler et al, 1995.
 
● Admitindo que o utilizador não usa menor descarga para usos sem matéria fecal e que deita outros materiais que poderiam ser colocados no lixo, com descarga associada, ao passar a usar apenas uma descarga menor (3 litros em vez de 6 litros) e ao não deitar o lixo na bacia de retrete.
 
 
 
Fig.2- Cascata
 
Opta por lavar o automóvel com um balde e uma esponja ou numa estação de serviço. Calcula-se que, ao utilizares mangueira, gastará cerca de 570 litros de água; se utilizar a esponja, apenas gastará 57.
 
Rega as tuas plantas de manhã. Se regares ao meio dia haverá uma evaporação mais rápida da água; à noite pode provocar o aparecimento de fungos nas plantas da relva.
 
● Planta uma sebe, caso tenhas uma propriedade ou jardim. Esta serve de barreira contra o vento, regula o sistema hídrico no solo e nas culturas, controla a erosão, sendo um local de abrigo e de vida de diversas plantas e animais.
 
● Adere à reciclagem do papel – a produção do papel reciclado gasta menos água que a produção de papel virgem; 1 tonelada de papel reciclado poupa 25 mil litros de água.
 
 
Fig.3-Piscina
      Várias destas acções apresentam como vantagem, para além da redução do consumo de água, a correspondente redução das descargas de águas residuais  e dos consumos energéticos associados. Pode encontrar outras acções para os sectores urbano, agrícola e industrial que visam uma melhor utilização do recurso hídrico no Projecto Nacional para Uso Eficiente da Água.
Nunca te esqueças: Poupa hoje para teres amanhã.
 
   gcspro01.gif (9647 bytes)
 
                                                                                                 Daniel Fragoso ,Nº8 8ºA
 
 
 
  
 
 
           
                                                                                                                                
 
 
sinto-me:
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2007

Ideias para TRABALHO!!!!

 

Primeiro CONSULTAM....

 

 
 

Fevereiro
Dia 2
Março
Dia 21
Dia 22
Abril
Dia 1
Dia 22
Maio
 
Dia 3
 
Dia 14
Dia Internacional do Sol (Programa das Nações Unidas para o Ambiente)
Dia Internacional do Clima
Dia 22
Dia 25
Dia 29
Dia Nacional da Energia
Junho
 
Dia 5
Dia 8
Dia 17
Julho
 
Dia 28
Agosto
 
Dia 12
Setembro
 
Dia 16
Dia 22
Dia Europeu em Carros
Outubro
 
1ª segunda-feira
Dia 1
Dia Nacional da Água
2ª quarta-feira de Outubro
Dia 16
Novembro
 
Dia 23
Dia da Floresta Autóctone

 

 

E a seguir....

 

Publicam trabalhos sobre as datas que estiverem mais próximas!!

 

Ora digam lá que não é uma excelente ideia????

 

"CLARO QUE SIM" - dizem vocês em coro!!

                                   Prof. Clara Abegão (para quem não sabe...)

 

publicado por EscolaJNJ às 21:35
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Recursos Hídricos

 

Trabalho realizado por:

  Margarida Gil Morais

 

 

Os recursos hídricos representam a quantidade de água superficial e subterrânea que está à disposição do Homem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
Da água existente na Terra, 97,5% é salgada e existe nos oceanos e mares. Os 2,5% restantes representam a água doce, dos quais 2:3 são gelo ou neves permanentes e 1:3 constitui a água dos lagos, rios, ribeiros e lençóis de água subterrânea (aquíferos). É precisamente este último terço que está potencialmente disponível ao Homem.
Nos lençóis de água subterrânea, existe 100 vezes mais água do que nos rios e lagos, mas na maior parte está demasiado profunda. Os lençóis de água menos profundos são rapidamente esgotados e muita da água superficial corre para o mar ou vai parar a sítios distantes das populações que dela precisam.
O Homem consome hoje 45 vezes mais água do que há 300 anos.
A água doce do planeta é utilizada, com grande desperdício, no consumo doméstico, na agricultura e nas actividades industriais.
Cerca de 10% da água utilizada no Mundo destina-se ao consumo doméstico.
 
 
 
Também existem desportos na água como é o caso da vela, do surf, da canoagem…
Curiosidades
ÁGUA em alguma línguas do MUNDO
i
água
agua
aqua
acqua
eau
acuatic
(tchur)
water
wasser
wai
víz
vann
su
llovedisa
(máim)
waser
vada
vand
vesi
air
ujë
 
(voda)
weter
woda
vattna
maji
uisce
ûdens
(mizú)
 
 
 
Quando estava a fazer as minhas pesquisas encontrei um site sobre O CICLO DA ÁGUA
...achei muito interessante! Consutem-no
publicado por EscolaJNJ às 11:20
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Terça-feira, 22 de Maio de 2007

Ideias para TRABALHO!!!!

 

Dia Mundial da Biodiversidade
Alerta para as consequências das alterações climáticas
 

 

Download Delfin (207Wx232H)

 

 

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Biodiversidade.

 

Este ano, as comemorações internacionais terão por tema "A biodiversidade e as alterações climáticas".

Em Portugal, o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade promovem acções extremamente importantes a este nível.

 

 As mudanças no clima são cada vez mais preocupantes já que têm consequências nos diversos ecossistemas e nas espécies. Um estudo publicado em 2004 na revista Nature mostrava que, até 2050, poderão extinguir-se entre 15 a 37 por cento das espécies devido ao impacto das alterações climáticas.


Download Rosa roja (91Wx131H)
O Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade

aconselha a população a poupar energia e a usar de forma

racional os transportes, diminuindo assim a produção directa

 ou indirecta de gases com efeito de estufa.

 Download Pajaro azul silbando (90Wx180H)

 

 

Há por aí alguma ideia interessante para partilhar??

Todos podemos coloborar!

Prof.


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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

Vídeo do Tuvalu

Olá!

Como adição ao meu trabalho do Tuvalu, coloquei um vídeo a demonstrar a invasão do mar na ilha.Espero que gostem!

 

 

 

 

 

Daniel Fragoso Nº8 8ºA

 

Não fiques  Download Mickey Mouse viendo estrellas (214Wx227H)depois de ler o comentário, heim!? Prof.

sinto-me:
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Recursos Biológicos

 

Recursos biológicos englobam um conjunto de materiais e energia que o Homem pode obter a partir de outros seres vivos. Exemplo de um recurso biológico pesca

 

      

Actividades como a caça, a pesca, a colecta de frutos, plantas e a utilização da madeira são alguns dos  recursos biológicos explorados pelo homem.

 

 

Como se exploram os recursos biológicos

 

Agricultura:

 

A alimentação é uma necessidade primária da qual depende a sobrevivência da Humanidade. Por isso, os recursos alimentares são aqueles que mais preocupam o Homem. A agricultura moderna pretende produzir excedentes para a comercialização.

É, geralmente, praticada a través de máquinas agrícolas, em vastos campos de monocultura, ou seja, uma cultura de uma só espécie agrícola.

 

 

Caça:

Há cerca de 300 anos, a caça era uma actividade bastante generalizada na Europa, pois era considerada um meio de alimentação para o Homem. Hoje, em Portugal, está praticamente restrita em áreas condicionadas, com o objectivo de não colocar em perigo a preservação das espécies, pois hoje em dia é vista como um desporto.

 

 

 

Pecuária:

Este sector representa recursos biológicos muito diversificados, já que o homem utiliza os animais para diversos fins, como, a alimentação, o vestuário, o calçado, o mobiliário, a medicina entre outros.

 

 

 Pesca:

Pesca é a extracção de organismos aquáticos do meio onde se desenvolveram para diversos fins, tais como a alimentação, a recreação (pesca recreativa ou pesca desportiva), a ornamentação (captura de espécies ornamentais), ou para fins industriais, incluindo o fabrico de rações para o alimento de animais em criação e a produção de substâncias com interesse para a saúde - como o "famoso" óleo de fígado de peixe (especialmente o óleo de fígado de bacalhau).Esta definição engloba o conceito de aquacultura em que as espécies capturadas são primeiro criadas em instalações apropriadas, como tanques, gaiolas ou viveiros.As principais espécies exploradas pelas pescas no mundo pertencem aos grupos dos peixes, dos crustáceos e dos moluscos. No entanto, são também cultivados e capturados pelo homem várias espécies de crocodilos, batráquios (principalmente rãs), mamíferos marinhos (principalmente baleias) e algas.

 

Florestas:

Este recurso biológico engloba uma série de produtos, dos quais destacamos a produção de madeira para as indústrias de papel. Apesar de todas as novas tecnologias, o papel é, ainda o suporte mais utilizado na escrita. Além do papel, os recursos florestais são utilizados para vários fins exemplos: A cestaria, a construções com aplicações em madeira.

Consequências da utilização de recursos biológicos

Os recursos biológicos são, como já sabes considerados como inesgotáveis, pois é possível a sua renovação. No entanto, constata-se, que devido ao aumento demográfico e à sobreexploração dos recursos, é cada vez mais difícil manter o equilíbrio dos ecossistemas naturais.

A biodiversidade traduz-se na quantidade de espécies de seres vivos existentes no planeta. Existem espécies adaptadas a ambientes tão diversos como o gelo da Antártida ou fontes submarinas com actividade vulcânica e temperaturas superiores a 100ºC. Ainda se conhece pouco sobre a biodiversidade do planeta. Calcula-se que existam entre 10 a 20 milhões de espécies, das quais só 10% estão estudadas a nível científico!

Trabalho Realizado por: Claudia Fidalgo nº 7, Soraia verissimo nº 22

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Domingo, 20 de Maio de 2007

Recursos Biológicos

O que são recursos biologicos?

Recursos Biológicos englobam um conjunto de materiais e energia que o Homem pode obter a partir de outros seres vivos.

Tem várias actividades como a caça, a pesca, plantas e a utilização da madeira são alguns dos recursos biológicos procurados pelo Homem.

 

Como se exploram os Recursos Biológicos?

 

Caça

 

Cerca de 300 anos atrás a caça era uma actividade bastante generalizada na Europa, Hoje, em Portugal está praticamente restrita em áreas condicionadas, com o objectivo de não colocar em perigo a preservação de espécies.

 

 

Fig. 1 – O Coelho ou a Lebre puderam ser um dos animais mais caçados em Portugal (na imagem um Coelho).

 

Pecuária

 

Já neste sector os recursos biológicos são muito diversificados, já que o Homem utiliza animais para diversas coisas, como por exemplo, para a alimentação, vestuário, calçado, mobiliário, medicina e outros.

 

 

Fig.2 – A Cabra dá origem a leite que dá origem a excelentes queijos e a sua pela será transformada em couro, outros exemplo são, o Porco, a Ovelha, etc.

Agricultura

 

Como sabemos a alimentação é uma actividade primária de qual depende a sobrevivência da Humanidade.

A agricultura moderna pretende produzir excedentes para comercialização. É, geralmente, praticada através de máquinas agrícolas, em vastos campos de monocultura, isto significa, a cultura de uma só espécie agrícola.

 

 

Fig. 3 – Campos de Monocultura

 

Floresta

 

Na floresta à uma série de produtos biológicos, dos quais destacamos a produção da madeira para industrias do papel. Apesar de todas as novas tecnologias, o papel é, ainda hoje, o suporte mais utilizado para a escrita.

Alem do papel, os recursos florestais são utilizados para vários fins.

 

 

Fig. 4 – Eucaliptos, uma das plantas mais industriais, pelo seu rápido crescimento.

Pesca

 

O peixe é uma das grandes riquezas trazidas do mar, constituindo um grande e importante fonte de proteínas na alimentação humana.

A psicultura, criação de peixe em cativeiro, tem vindo a crescer como actividade por todo o mundo. Graças ao desenvolvimento desta actividade, chegam mais rapidamente aos mercados várias espécies de peixe, que, normalmente, demorariam muito mais tempo a atingir as dimensões exigidas para a sua captura no mar.

 

 

Fig. 5 – Sardinhas, umas das principais espécies capturadas no mar.

Consequências da má utilização dos recursos biológicos

 

A perda da Biodiversidade é a principal consequência da atitude do Homem ao querer obter, mais rapidamente, os produtos de que necessita para se alimentar e sobreviver.

Os cientistas concluíram que a destruição das florestas está afectar gravemente cerca de 80% dos mamíferos e aves em vias de extinção, causada pela poluição atmosférica, dos solos e da água.

 

 

Fig. 6 – Poluição da água.

  

Apesar do crescente declínio da biodiversidade, assiste-se, hoje, ao aumento de áreas protegidas no mundo que revelam a tomada de consciência, por parte das comunidades internacionais, para os perigos que acarreta a perda da biodiversidade no nosso planeta.

Fig. 7 – Um pouco de Biodiversidade.

Trabalho Realizado por: João Assunção Nº 15

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A quem pertence a biodiversidade?

Tão rica quanto desconhecida, há algumas décadas a biodiversidade dos mais variados ecossistemas do planeta tornou-se sinónimo de lucro.

 

 

 

 

Calcula-se que os ecossistemas representem um valor económico global de 33 trilhões de dólares por ano, mais do que o produto mundial económico bruto. Embora estimativas revelem que o número total de espécies varie entre 5 e 100 milhões, e que apenas 1,7 milhão já foram estudadas, hoje muitas delas são úteis à fabricação de remédios, alimentos, fibras e matéria-prima para produtos agrícolas, químicos e industriais. Cerca de 25 a 40% dos medicamentos têm como princípio ativo elementos retirados da natureza, movimentando 40 bilhões de dólares. Porém, a quem são destinadas essas cifras? Os maiores beneficiados ainda são os países desenvolvidos, líderes em tecnologia e poderio económico. As populações tradicionais, cuja maioria vive dentro ou muito próxima de áreas de preservação ambiental das florestas tropicais, nada recebem pelo saber revelado e explorado. Atualmente, o principal instrumento legal para a proteção da biodiversidade é a Convenção da Diversidade Biológica (CDB), assinada por uma centena de países durante a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio-92).

 

 

 

A convenção representou alguns avanços teóricos, como a adoção do princípio da soberania dos Estados sobre os recursos biológicos e genéticos existentes em seus territórios.

 

 

 

 

Assim, foi extinta a ideia de que esses recursos seriam "património da humanidade". Com o novo princípio, qualquer Estado interessado em acessar recursos biológicos e genéticos deve pedir autorização prévia ao "Estado de origem" desses recursos, ou seja, onde eles foram encontrados.

 

Professora não sei se era isto que queria, mas foi o que arranjei.

 

Amanha tento postar mais qualquer coisa.Bom resto de Fim-de-Semana.

 

 Ana Margarida

 

Download Daisy (166Wx111H)Esta é a Ana "Daisy"! Estafada de ter trabalhado tanto...

                                                         Prof.

sinto-me: Alegre
música: Good Charlotte- We Believe
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Recursos Naturais

 

     Os recursos naturais são elementos da natureza com utilidade para o Homem, com o objectivo do desenvolvimento da civilização, sobrevivência e conforto da sociedade. Podem ser renováveis, como a água, a luz do Sol, o vento, os peixes, as florestas, ou não-renováveis, como o petróleo e alguns minérios. Os não-renováveis incluem substâncias que não podem ser recuperadas num curto período de tempo e os renováveis são aqueles que se podem renovar, ou serem recuperados, com ou sem interferência humana.

Podemos ainda caracterizá-los, em relação à sua natureza, como:

  • Recursos minerais
  • Recursos biológicos
  • Recursos hídricos
  • Recursos energéticos

     Os recursos naturais podem ser componentes da paisagem geográfica, desde que ainda não tenham sofrido importantes transformações pelo trabalho do Homem.

 

     E já agora, para matar a vossa curiosidade, o termo surgiu pela primeira vez na década de 70, por E.F. Schumacher no seu livro intitulado como Small is Beautiful.

 

Fig. 1 – Recursos Minerais – Montanhas Rochosas

 

 

Recursos Minerais

   

     Os recursos minerais são acumulações ou concentrações de rochas e minerais na crosta terrestre, sendo um dos minerais mais antigos explorados pelo Homem. Os minerais são extraídos da crosta terrestre através da actividade mineira. Estas explorações não trazem apenas benefícios para o Homem, mas também consequências, ou seja, esta exploração causa poluição ambiental e atmosférica e altera a paisagem da região onde esta se encontra.

 

Jazidas mineraisacumulações de rochas ou minerais que têm algum interesse económico rentável para o Homem.

 

Fig. 2 – Extracção de diamantes

 

     Dois dos principais minerais explorados são o ouro e o diamante, devido à sua grande riqueza.

 

Podem ainda ser classificados em dois grandes grupos:

  • Metálicos (cobre, chumbo)

  • Não-metálicos (areia, mármore, calcário)

 

Cobre

    

     O cobre é um elemento químico essencial aos seres vivos, entre eles, o ser humano. Assim como o ferro, contribui para a formação de glóbulos vermelhos e na manutenção dos vasos sanguíneos, nervos, sistema imunológico e ossos

O cobre é também usado como material condutor e para terem uma noção, o Homem chega a consumir anualmente 45% de cobre. Pode-se usar nomeadamente em:

  • Tubos de condensadores e encanamentos

  • Electroímanes

  • Cunhagem de moedas

Fig. 3 - Jazida de Cobre

 

Mármore

    

     O mármore é uma rocha metamórfica. O mármore é uma rocha explorada para uso em construção civil. Em Portugal, as maiores explorações de mármore localizam-se em torno da zona de Estremoz.

 

Fig. 4 - Estátua em mármore

 

 

Recursos Biológicos

 

     Os recursos biológicos englobam um conjunto de materiais e energia que o Homem pode obter a partir de outros seres vivos e são inesgotáveis. As principais consequências destas explorações são a perda da biodiversidade, a poluição atmosférica, dos solos e da água e a destruição das florestas.

 

     As florestas servem para fabricar vários produtos, sendo um dos principais o papel, recurso mais utilizado na escrita, fabricado através da madeira. Sem a madeira das árvores, não existiriam cestos, secretárias, móveis, camas, lápis, casas de madeira entre muitas outras coisas.

 Fig. 5 - A floresta Amazónia é considerada o Pulmão do Mundo, pois é a maior floresta de todo o Planeta e neste momento encontra-se "doente" devido ao aumento da poluição.

     A pesca é a extracção de organismos aquáticos do meio onde se desenvolveram para diversos fins, sendo uma cultura humana bastante antiga, não só como uma fonte de alimento, mas também como modo de vida, fornecendo identidade a inúmeras comunidades e como objecto artístico. O peixe é uma das principais riquezas que o mar nos pode oferecer, constituindo uma importante fonte de proteínas da alimentação humana.

Com ele podemo-nos alimentar e até fabricar rações para o alimento de animais em criação e a produção de substâncias com interesse para a saúde, como o óleo de fígado de peixe.

Fig. 6 - Pesca

      A piscicultura é a criação do peixe em cativeiro e tem vindo a crescer como actividade económica por todo o Mundo. Esta actividade facilita a venda de peixe, uma vez que, demorariam muito mais tempo a reproduzir-se e a atingir as dimensões exigidas para a sua captura no mar.

 

Fig. 7 - Piscicultura - A China é o principal produtor desta nova cultura.

     A caça é uma actividade bastante importante, uma vez que o Homem tem vindo a aumentar o seu consumo de carne. Hoje em dia, em Portugal, esta actividade está praticamente restrita a áreas condicionadas, com o objectivo de não colocar em perigo as espécies.

 Fig. 8 - Um caçador com o seu cão de caça

     A pecuária é a domesticação e produção de animais com objectivos económicos, feita no campo, incluindo a prática de produzir e reproduzir gado uma habilidade vital para muitos agricultores. O Homem utiliza esta actividade para diversos fins, como, a alimentação, o vestuário, o calçado, o mobiliário, a medicina etc. O nome “pecuária” vem de pecus (cabeça de gado) e do latim pecúnia (moeda ou dinheiro).

  • Suinicultura – criação de porcos

  • Ovinicultura – criação de ovelhas

  • Bovinicultora – criação de bois

  • Caprinicultura – criação de cabras

 Fig. 9 - Pecuária

     A agricultura é o processo de usar o solo para cultivar plantas com o objectivo de obter alimentos, fibras, energia e matéria-prima para roupas, construções, medicamentos, ferramentas e contemplação estética.

Fig. 10 - Agricultura tradicional

     A agricultura moderna pretende produzir excedentes para a comercialização e é, geralmente, praticada através de máquinas agrícolas, em vastos campos de monocultura.

Fig. 11 - Agricultura moderna

     Esta actividade pode também trazer consequências, como, a degradação do solo, crescimento de ervas daninhas, etc.

 

 

Recursos Hídricos

 

     Os recursos hídricos são as águas superficiais ou subterrâneas disponíveis para qualquer actividade humana.

     Nos últimos anos os recursos hídricos têm sido profundamente influenciados pelas actividades humanas, especialmente pela construção de barragens, pelos extensos sistemas artificiais de rega, pela degradação das linhas de água e de bacias hidrográficas, por elevada contaminação de produtos químicos provenientes das indústrias e da agricultura nas águas subterrâneas e superficiais.

    

     A água é o principal recurso natural. Dele dependem todos os processos biológicos, incluindo o nosso corpo que é constituído por 70 % de água e, de uma maneira ou de outra, todas as actividades humanas requerem a presença de tão precioso e indispensável recurso. Da água existente na Terra, 97,5% é salgada e existe nos oceanos e mares. Os restantes 2,5% representam a água doce, dos quais 2/3 se encontram no estado sólido e 1/3 que está em estado líquido (rios, lagos e lençóis de água subterrâneos). O Homem tem apenas ao seu dispor este último terço de água.

Fig. 13 - Iceberg - a maior parte da água doce no Planeta encontra-se no estado sólido.

     A água doce do planeta é utilizada, com grande desperdício, no consumos domestico, na agricultura e nas actividades industriais, pois nos últimos 300 anos o consumo de agua aumentou ate 45 vezes, devido à revolução industrial, ao crescimento demográfico e às culturas de regadio.

Fig. 14 - Cerca de 75% da água que gastamos nas nossas casas é usada na casa-de-banho.

     A agricultura gasta cerca de 70% de água, mas mais de metade perde-se através da evaporação, devido à irrigação não controlada, no entanto, para combater este aumento têm sido adoptadas novas técnicas, nomeadamente, a micro-irrigação.

     A indústria consome os restantes 20% da água, muitas vezes de forma ineficiente, e na última década este consumo aumentou mundialmente.

Fig. 15 - TEMOS DE POUPAR ÁGUA

TEMOS UM PALNETA PARA SALVAR

      Mas a qualidade da água potável não depende unicamente da poluição, ou seja, cada água tem um carácter próprio devido à presença de determinados iões (cálcio, magnésio, sódio, potássio, cloreto, sulfato, hidrogenocarboneto e fluoreto), podendo classificar as “águas minerais”, atendendo à sua composição química, como:

  • Águas minerais – águas retiradas em profundidade que apresentam uma maior concentração de um ou mais elementos químicos.

Fig. 16 - Fonte de águas minerais

  • Águas termais – águas aquecidas e muito ricas em sais minerais, dando ao humano bem-estar e relaxamento. Resultam normalmente da passagem de cursos de águas junto de câmaras magmáticas.

Fig. 17 - Termas

  • Águas medicinais – águas utilizadas para fins terapêuticos, devido às suas características químicas.

Fig. 18 - Águas medicinais

Consequências da utilização dos recursos hídricos:

 

     Apesar deste bem ser considerado como um recurso natural renovável, a poluição das águas (excreções naturais, resíduos agrícolas e industriais) poderá alterar a sua qualidade/passar a ser considerada como um recurso limitado.

Fig. 19 - Derrame petrolífero do petroleiro Prestige

     Pensa-se que no futuro não existirá tanta água para a população mundial consumir, uma vez que de ano para ano esta tem vindo a aumentar e as cidades expandem-se mais rapidamente do que os sistemas de distribuição e tratamento de água. Com o aumento agravado da população, as regiões que possuem hoje recursos hídricos poderão entrar no que se chama stress hídrico, isto é, sofrer de falta de água doce.

A nível mundial, de 1990 a 2000, a população sem acesso a serviços básicos e esgotos aumentou de 2,6 mil milhões para 3,3 mil milhões de pessoas.

  •   As águas residuais domésticas contêm poluentes, resultantes da utilização exagerada de detergentes, que circulam através dos sistemas dos esgotos.

Fig.  20 -  Descarga de á guas residuais domésticas e lexiviantes

  •      A agricultura espalha adubos artificiais, que provoca a poluição dos cursos de água.

Fig. 21 - Utilização de adubos na agricultura moderna

  •      A indústria também contamina as águas, através da libertação dos resíduos tóxicos, apesar da existência de dispositivos purificadores, continuam a lançar directamente nos rios as suas águas residuais.

Fig. 22 - Libertação dos residuos tóxicos, por parte da indústria

     Mas, melhorar a qualidade da água requer meios financeiros, técnicos ou até culturais, que a maioria dos países não dispõem.

     E, por isso lembrem-se sempre, “a água é um património que é necessário proteger, tratar e defender como tal”.

 

Para saberem mais informações e se quiserem matar algumas curiosidades sobre a qualidade da água em Portugal consultem o site: http://www.inag.pt/

 

 

 Trabalho realizado por:

  • Hugo Góis, nº 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sinto-me: contente pelo meu trabalho
publicado por EscolaJNJ às 17:37
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