Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

Parque Nacional da Peneda Gerês

 

    

 O Parque Nacional da Peneda-Gerês foi criado a 8 de Maio de 1971, tornando-se na primeira área protegida  e no único Parque Nacional do país.

 Parque Nacional Peneda - Gerês

Localiza-se no Alto Noroeste de Portugal, na fronteira com Espanha, cobrindo uma área de 72.000 hectares e repartindo-se pelos concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras do Bouro e Montalegre.

Engloba, de Nordeste para Sudoeste, as serras do Gerês, Soajo, Amarela e Peneda e os planaltos da Mourela e de Castro Laboreiro. O ponto mais elevado localiza-se na serra do Gerês e ultrapassa os 1500m. É atravessado por muitas linhas de água, de entre as quais se destacam os rios Cávado, Lima e Homem.  

Caracteriza-se globalmente por uma elevada pluviosidade, invernos rigorosos e uma alta humidade atmosférica.

As florestas desta zona são dominadas por carvalhos. Encontram-se também o medronheiro, o azevinho, o azereiro, o pinheiro e o vidoeiro. Os matos arbustivos são característicos de zonas mais elevadas e são constituídos principalmente por tojos, urzes e giestas. Há espécies vegetais que só podem ser encontradas no Gerês, como o lírio-do-gerês, o feto-do-gerês e o hipericão-do-gerês.  

Carvalhos

Azereiro

Pinheiro

Vidoeiro

Tojos

Urzes

Giestas

Lírio-do-Gerês

Hiperição-do-Gerês

 

Medronheiro, Azevinho e Feto-do- Gerês

As principais actividades económicas são a agricultura, a pastorícia e a pecuária. As aldeias situam-se principalmente em chãs (pequenos planaltos), possibilitando assim a agricultura. Quando isso não sucede, então recorre-se à plantação em socalcos.

Socalcos

Os principais produtos agrícolas são os cereais, que deram origem a um tipo de construção muito típico do Alto Minho: os espigueiros. Os espigueiros serviam para proteger o cereal das intempéries e dos animais roedores. Alguns deles ainda são utilizados.

Espigueiros.

Perto das aldeias existem áreas propícias à pastorícia.  

 

Quanto ao gado bovino, é levado para o monte de manhãzinha pelo pastor, que regressa de seguida à aldeia. O gado fica todo o dia sozinho no monte, até o pastor voltar para o levar de novo à aldeia.

Pastorícia.  

 

As casas típicas das aldeias serranas são em granito com telhados de colmo. Hoje em dia, o colmo foi, na maioria, substituído pela telha.

Casas Serranas

 

  As espécies animais com maior representatividade nas serras do Parque são o javali, o veado, o texugo e a lontra. Há outras espécies que ainda subsistem nesta área, embora em menor quantidade. É o caso da águia-real, do lobo, do corço e do garrano. Outros há, como a cabra-do-gerês, que já não podem ser encontrados por estas serras devido à maléfica acção do homem.

No que diz respeito a aves, podem ver-se ainda, para além da águia-real, o milhafre-real e o falcão. Quanto a répteis, subsistem a víbora negra, a cobra-d’água, o lagarto d’água e a salamandra.

Águia - Real

Lobo

Corços

Garrano

Cabra-do- Gerês

Milhafre-Real

Falcão

Víbora NegraCobra d'água

Salamandra

Trabalho elaborado por: Cláudia Fidalgo 8ºA

sinto-me: acho que está tudo...
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Parque Natural da Arrábida

A Serra da Arrábida é uma pequena elevação de Portugal Continental, com apenas 510 metros de altitude. Situa-se na Península de Setúbal, aí se localiza o Parque Natural da Arrábida, assim como o Convento de Nossa Senhora da Arrábida. O Parque Natural da Arrábida foi criado pela urgência de preservação de valores naturais, históricos e económicos, em 17 de Maio de 1959 apresentado-se como uma área de revitalização dos espaços rurais e actividades tradicionais.  

 

 

 

 

 

 

Fig.1-Serra da Arrábida

 

 

 

 

Fig.2-Localização do Parque da Arrábida

 

 

Fig.3-Praia do Parque Natural da Serra da Arrábida

 

 

A sua costa é recortada por afloramentos rochosos e praias de areia, de onde se destaca a praia do Portinho da Arrábida. Entre a parte mais alta da serra e o mar, o Portinho da Arrábida é uma praia muito abrigada, de areal branco e quente. Em frente à praia, a pedra da Anixa, pequena ilha rochosa, é um local muito procurado para a prática do mergulho. A nível turístico, as diversas praias que ornamentam a costa são alvo de grande procura durante a época balnear.

 O seu clima é temperado mediterrânico, apresentado portanto uma flora rica em espécies mediterânicas, tais como a azinheira, sobreiro, carvalho, etc. A Serra da Arrábida tem uma área aproximada de 10800 hectares. A sua fauna é bastante diversificada, apesar de ter sofrido grandes alterações desde o século XIX. De facto, até ao inicio do século XX era ainda possível observar lobos, javalis e veados. Assim, da principal fauna actual fazem parte o gato-bravo, a raposa, o coelho, o peneireiro, a lebre, morcegos, águia de Bonelli, o bufo real, a perdiz, o saca-rabos, o texugo, o andorinhão real e abelharucos. Também existem cerca de 300 espécies identificadas de borboletas e 450 de insectos. Estas espécies, entre muitas outras, podem ser observadas nesta área protegida.

 

            Fig.4-Texugo         Fig.5-Perdiz

 

 

 

Daniel Fragoso, nº8 8ºA

 

 

sinto-me:
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Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Pegadas de Dinossáurios - Pedreira do Galinha

A jazida da Pedreira do Galinha, no Parque Natural das Serras d’Aire e Candeeiros, situa-se no flanco oriental da Serra d'Aire, junto à localidade de Bairro (a 16 km de Torres Novas e a 10 km de Fátima) e foi considerada Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios, em Outubro de 1996, Ourém – Torres Novas devido a diversas características, tanto científicas como pedagógicas. Foi descoberta por João Carvalho da STEA.

Esta é a maior e mais importante jazida mundial com pegadas de Saurópode do Jurássico médio (170 mil anos), com cerca de 20 pistas do mesmo e de diferentes dimensões. Na jazida, constituída pela superfície rochosa de uma destas camadas calcárias, com cerca de 60.000 m², podem observar-se várias centenas de pegadas organizadas em cerca de duas dezenas de pistas Foram encontrados grandes rastos de Saurópodes (um com 142m e outro com 147m, sendo o maior alguma vez encontrado no mundo). Um dinossáurio deste tipo pode ter um tamanho de 3,2 a 3,8m, podendo alcançar 4 ou 5km/h.

Graças a algumas pegadas de Saurópodes conservadas em antigas plataformas marinhas com substrato carbonatado, alguns cientistas conseguiram melhor compreender os respectivos paleoambientes.

Na rocha que contém as pegadas também se podem observar fósseis de pequenos bivalves e de gastrópodes associados às pegadas, o que permite supor que a respectiva fossilização é o resultado da pressão exercida no solo pela passagem dos dinossáurios de que as pegadas são testemunhos;

 

A localização geográfica da ocorrência, na Orla Mesozóica Ocidental Portuguesa, permitirá estabelecer eventuais correlações com situações homólogas existentes na margem oriental do continente norte-americano, do outro lado do oceano Atlântico.

Os Saurópodes eram dinossáurios herbívoros, quadrúpedes, possuidores de cabeça pequena e pescoço e cauda muito longos. O seu corpo maciço era suportado por membros grossos e possantes (semelhantes aos dos elefantes), ostentando, em cada polegar das mãos e dos pés uma garra. Os membros posteriores dos saurópodes eram, normalmente, maiores que os anteriores.

 

As pegadas de dinossáurio são estudadas pela Paleoicnologia, o ramo da Paleontologia que estuda os vestígios de actividade orgânica (galerias, pegadas, ovos fósseis, etc.) dos seres vivos do passado geológico. O estudo paleoicnológico das pegadas fornece valiosas informações sobre a morfologia dos pés e das mãos dos animais que as produziram, o modo de deslocação e a velocidade.

Permite, ainda, determinar certas características anatómicas dos seus produtores, nomeadamente, o comprimento da perna, que é igual a cerca de quatro vezes o comprimento da pegada do pé, e a partir deste, tendo em consideração os esqueletos completos conhecidos, as dimensões aproximadas do animal.

Desta forma, foi possível identificar na Pedreira do Galinha a passagem de animais de diferente porte, entre os quais um que poderia atingir cerca de 30 metros de comprimento.

Mediante o estudo das pegadas, é também possível conhecer o comportamento individual e social destes animais. No caso da jazida da Pedreira do Galinha, até ao momento, não foram encontradas evidências de comportamento gregário (deslocação de manadas). O conjunto das pistas sugere que se tratava de indivíduos deslocando-se isoladamente.

Presentemente, está a ser elaborado um projecto de valorização que prevê a  abertura de um museu e transformação num importante centro de educação ambiental e num pólo científico de divulgação da Geologia e da Paleontologia.

Ainda nesta jazida, podemos encontrar rastos de Braquiossáurios e Camarassáurios.

      

Contactos

PNSAC - Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros
Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire

Estrada de Fátima
Bairro
2490-216 OURÉM

Marcações de Visitas em Grupo

Group Visits Scheduling, please call to:

Tel.:(+351) 249-530-160
Fax (+351) 249-530-169
email: dinossaurios@hotmail.com

Horários:
Verão: (21 de Março a 22 de Setembro)
Segunda-feira - encerrado (excepto nos feriados)
Terça-feira a Sexta-feira - 10H00-12H30 e 14H00-18H00
Sábado, Domingo e feriados - 10H00-12H30 e 14H00-20H00

Inverno: (23 de Setembro a 20 de Março)
Segunda-feira - encerrado (excepto nos feriados)
Terça-feira a Domingo e feriados - 10H00-12H30 e 14H00-18H00

Tipos de visitas ao Monumento Natural:

  • visitas autónomas

  • visitas guiadas

  • visitas para grupos

As visitas autónomas realizam-se de 3ª Feira a Domingo, incluindo feriados;
o visitante, após adquirir o bilhete de acesso na recepção e ver o vídeo,
faz o percurso que conduz à laje onde se encontram as pegadas fossilizadas.
Este percurso é apoiado por vários painéis informativos, onde se
disponibiliza alguma informação sobre a jazida e a formação das pegadas. Em
alternativa, os visitantes que queiram efectuar uma visita mais rápida,
dispõem de um circuito mais curto que também possibilita a visita ao Jardim
Jurássico.

As visitas guiadas efectuam-se aos Sábados, Domingos e feriados, de hora a
hora, durante o horário de visitação; não necessitam de marcação e
destinam-se aos visitantes que, após a observação do vídeo, pretendam uma
visita enquadrada e acompanhada por um guia. Nesta opção, a visita
efectuar-se-á pelo circuito mais curto, de modo a que numa hora se possam
visitar as Pegadas dos Dinossáurios e o Jardim Jurássico.

As visitas guiadas destinadas a grupos (escolares ou outros), devem ser
previamente marcadas (com pelo menos 15 dias de antecedência) junto do
Monumento Natural. Estas visitas iniciam-se com a observação do vídeo sobre
o Monumento e a história da descoberta e preservação das pegadas de
dinossáurios; seguidamente o grupo faz o circuito pedestre de interpretação
que conduz à laje onde se encontram as pegadas, enquadrado por fichas
pedagógicas diferenciadas (1º ciclo, 2º e 3º ciclos e Secundário) que são
distribuídas no início do percurso. Estas visitas são dinamizadas por um
guia que acompanha o grupo. De referir que o auditório só tem capacidade
para 40 lugares sentados, pelo que grupos maiores deverão ser divididos. A
duração destas visitas é de 1h 30m a 2h.

http://www.pegadasdedinossaurios.org/html/home.htm

 Consultem este site, e se calhar (quem sabe), se procurarem bem ainda vão encontrar lá uns joguinhos!!

 

Hugo Góis, nº 12

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Parque Natural do Vale do Guadiana

 

Vale do guadiana

  Criado em 1995, o Parque Natural do Vale do Guadiana ocupa mais de 69 mil hectares pertencentes aos distritos de Beja e Évora.

Situa-se no Baixo Alentejo, abrangendo parte dos concelhos de Mértola e Serpa.

 

*-Localização do parque

Biodiversidade

 A presença do Rio Guadiana, associado à intervenção humana que esta região tem sofrido ao longo da História, conferiu-lhe uma grande diversidade de habitats e, consequentemente, uma grande diversidade de espécies da fauna e da flora.

O Parque Natural do Vale do Guadiana tem fauna e flora muito ricas – o que justificou a criação do Parque Natural em 1995. No Guadiana há peixes como saramugos, bogas, barbos, lampreias e uma importante comunidade de lontras... Há ainda 13 espécies de anfíbios e 20 espécies de répteis (incluindo o cágado e a osga). Porém, se estes são difíceis de observar, já nas estepes cerealíferas podemos ter mais sorte e avistar aves como a cegonha preta, a abetarda (pode pesar 15 quilos), o sisão ou o grou. Mais fácil ainda é observar plantas aromáticas e medicinais: rosmaninho, alecrim, erva-russa, murta, mariola, orégão, poejo, trevo-de-quatro-folhas (espécie ameaçada), tamujo. São tantas que não é possível nomear todas, felizmente, ao longo do parque há vários painéis informativos sobre estas plantas.

   

 *Cegonha preta

 

 

 

 

*Abetarda

 

 

 

*grou

 

 

 

 

 

*Rosmaninho

 

 

 

  *tamujo (Uma das plantas em vias de extinção)

 

 

 

*trevo de quatro folhas

David Domingos, nº 10

 

 

 

 

 

 

Desenvolve-se ao longo de um troço do Rio Guadiana, limitado a Norte pela Ribeira de Terges e Cobres e a Sul pela Ribeira do Vascão, fronteira entre o Alentejo e o Algarve

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Recursos Energéticos

A influência da humanidade sobre o meio ambiente sempre teve algum impacto. Com o bem-estar da população, o Homem procurou explorar novos recursos, ou seja, teve de necessidades de utilizar novas fontes de energia.

Podemos caracterizar essas energias como:

  • Energias renováveis

  • Energias não-renováveis

As fontes energéticas podem ser classificadas em primárias e em secundárias.

As fontes primárias de energias são aquelas que ocorrem na natureza, e que nessa forma são utilizadas pelo Homem (Sol, água, vento, petróleo, gás natural, urânio, etc.)

As fontes secundárias são obtidas a partir de outras, após transformação/interferência do Homem (electricidade, gasolina, gasóleo, etc.)

Energias renováveis

As energias renováveis são aquelas que estão em constante renovação, que não se esgotam e que podem ser continuamente utilizadas. São também uma alternativa aos combustíveis fósseis e a sua utilização tem bastantes benefícios, não só para os utilizadores, mas para todo o Planeta. O mais importante benefício é a diminuição das emissões de gases, que causam o efeito de estufa, e para a redução da poluição atmosférica, da água e dos solos.

Alguns exemplos de energias renováveis:

·    Energia solar

·    Energia dos mares

·    Energia hídrica

·    Energia eólica

·    Energia de biomassa

·    Energia geotérmica

·    Biogás

Todas estas energias, excepto o biogás e a energia de biomassa, são amigas do ambiente, quer dizer que não poluem.

Energia solar

A energia libertada pelo Sol pode ser captada de diversas maneiras, entre elas pelos painéis solares que permitem que esta energia se converta em electricidade ou calor.

Vejam só o tamanho deste painel solar. Tem cerca de 20km2.

Energia das marés

É possível aproveitar a ondulação dos oceanos/mares e a diferença de temperatura para a produção de electricidade. Existem poucos locais onde é possível aplicar tecnologia capaz de rentabilizar este tipo de energia, podendo ser mais ou menos perto da costa, dependendo da tecnologia usada.

Energia hídrica

As centrais hidroeléctricas são a aplicação mais usada na transformação da energia contida na água aprisionada numa albufeira, em energia eléctrica. A passagem da água de um local a uma determinada altura para um outro a uma altura inferior provoca a movimentação das pás dos geradores que transformam esse movimentos em energia eléctrica.  

Energia eólica

O vento desde há muito tempo que é utilizado e aproveitado pelo Homem, quer no uso em moinhos de vento (aproveitamento para criação de movimento aproveitado para um determinado tipo de trabalho) quer na navegação de barcos. Actualmente, o vento é transformado em energia eléctrica, em aerogeradores.

De certeza que já devem ter visto uma publicidade da EDP, onde mostra que Portugal já é um dos principais investidores nesta energia renovável.  

Energia de biomassa

A biomassa (madeira e restos orgânicos) pode ser utilizada directamente por queima (a lenha serve para aquecimento), ou na sua transformação em combustível, por fermentação (por exemplo o girassol pode ser transformado e posteriormente usado como combustível líquido). É uma fonte de energia inesgotável.

Energia geotérmica

O interior da Terra é muito mais quente que a superfície. Esta diferença de temperaturas pode ser aproveitada para a transformação noutros tipos de energia.

Apesar de inesgotável, existem poucos locais onde esta fonte de energia pode ser usada.

Biogás

O biogás é o resultado da decomposição de material orgânico (animal e vegetal). Da decomposição libertam-se gases que podem ser queimados, sendo um gás inesgotável.

 

 

Hugo Góis, nº12, 8ºA

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Terça-feira, 29 de Maio de 2007

Dia Nacional da Energia

Energia Solar

O sol sempre foi uma fonte de energia. Quando se põe a roupa a secar está-se a usar o seu calor. As plantas usam o sol para produzir alimento, e os animais alimentam-se delas.

A energia solar refere-se à utilização directa dos raios solares na produção de energia.

Esta radiação disponível à superfície terrestre divide-se em três componentes:

- directa: vem "directamente" desde o sol;

- difusa: proveniente de todo o céu: das nuvens, gotas de água, etc;

- reflectida: proveniente da reflexão no chão e dos objectos circundantes.

 Radiação Solar diária em Portugal:

A energia solar pode ser utilizada para aquecer água nas casas, empresas e piscinas, e aquecimento do ambiente interior. Este processo começou a ser utilizado, pois este sistema era mais benéfico do que o carvão e a madeira, e a electricidade e o gás artificial eram muito caros. Este processo consiste em colocar placas solares (painéis grandes, negros, recobertos por vidro ou outra superfície transparente) nos telhados das casas, sendo assim possível o aquecimento da água que se encontra nos canos por baixo da placa solar.

Paineis Solares.

A venda de placas solares tem vindo a aumentar ao longo do tempo, devido á subida do preço dos combustíveis.

A energia solar pode também ser utilizada para produzir electricidade.

Isto é possível pois alguns sistemas solares, usam um reflector alto e côncavo como uma parabólica para focar a luz do sol nos tubos; estes aquecem tanto que a água ferve. O vapor pode ser usado para girar uma turbina e produzir electricidade.

O problema do sistema solar eléctrico é que apenas funciona durante o dia, enquanto o sol aquece. Por isso, com o tempo nublado ou á noite não se gera energia eléctrica. Alguns sistemas são duplos, ou seja, durante o dia a água é aquecida pelo sol e á noite usa-se gás natural para a ferver; deste modo, continua-se a produzir electricidade.

Quando a célula solar fica exposta ao sol, os electrões libertam-se do seu núcleo deslocando-se e movendo-se para a superfície da placa solar. As duas extremidades da célula solar estão ligadas por um fio condutor eléctrico e com o movimento dos electrões gera uma corrente eléctrica. A energia eléctrica da célula solar pode então ser usada directamente nas máquinas de calcular, podendo também ser armazenada para ser utilizada nos candeeiros de estrada. O futuro desta tecnologia é incerto, pois, além de ser relativamente ineficiente, as células são muito caras e são facilmente deterioradas.

 

Porém, é possível transformar a luz solar directamente em electricidade usando as células solares.

A energia solar é uma das alternativas energéticas mais promissoras para o futuro.

 

Curiosidades

.     Portugal é um dos países da Europa com maior disponibilidade de radiação solar;

.     Para Lisboa, num plano inclinado (cerca de 40º) e orientado a Sul, o valor médio diário de potência da radiação solar global directa pode atingir os 414 W/m²;

.     Num dia de céu claro é possível medir junto à superfície terrestre num plano perpendicular, cerca de 1.000 W/m².

.     Na Califórnia está a ser reconstituído com novas tecnologias um sistema solar de produção eléctrica, o Solar II, que conserva numa direcção constante um raio solar introduzido numa câmara escura. A luz reflectida para o centro da câmara aquece um fluído que pode ser usado para ferver a água girando a turbina e o gerador. Este sistema, se resultar, será capaz de abastecer 1000 casas.

Como poupar energia?

1.     Em casa:

.a) Casa-de-banho:

- Chuveiro – toma banho de chuveiro em vez de encheres a banheira, assim gastas 3x menos água;

- Banheira – não uses água demasiadamente quente;

- Lavatório – não deixes as torneiras a gotejar mesmo quando estiverem estragadas, tenta consertá-las o mais rápido possível, desta forma podes ajudar a poupar cerca de 1400 litros de água por mês;

- Escova de dentes – desliga a água enquanto escovas os dentes. Se todos agíssemos da mesma forma, seria possível poupar cerca de 16.500 litros de água por ano;

- Armário dos remédios – não desperdices muito lixo, escolhe embalagens familiares e que sejam

de produtos recicláveis.

b) Cozinha

- Lava louça – não deixes a torneira aberta enquanto lavas a loiça;

- Forno – mantém a porta do forno fechada enquanto cozinhas: um quarto do calor perde-se quando a porta está aberta;

- Fogão – põe um testo nas panelas e tachos, pois assim cozinha-se muito mais depressa;

- Frigorífico – não tenhas a porta aberta por muito tempo. Decide o que queres, antes de a abrir;

- Utensílios – sempre que possível utiliza utensílios manuais e não eléctricos;

- Armário da cozinha – escolhe armários de tamanho largo e cujo tipo de madeira seja reciclável ou reutilizável.

c) Quarto

- Janela – no Verão, fecha as cortinas para que o Sol não aqueça o quarto;

- Cama – no Inverno, usa mais cobertores em vez de ligares o aquecimento;

- Interruptor – desliga a luz quando saíres do quarto ou quando não precisares delas acesas;

- Livros – consulta livros sobre as várias formas de poupar energia;

- Lâmpada – tenta usar lâmpadas fluorescentes pois elas utilizam 40% menos energia.

d) Despensa

- Máquina de lavar – lava a roupa em água fria. Cerca de 90% da energia utilizada pela máquina é gasta a aquecer a água;

- Cesto – ao usares o secador de roupa prepara um cesto cheio de roupas prontas para a secagem; desta forma secas toda a roupa de uma vez só e a máquina não tem que voltar a aquecer;

- Máquina de secar – põe o máximo de roupas que puderes no secador de cada vez que secas a roupa. Pendura as meias e outras roupas mais pequenas em vez de as secares no secador;

- Produtos de limpeza – lembra-te de adquirir garrafas recicláveis ou recarregar as embalagens vazias;

- Filtros – não te esqueças de limpar o filtro do secador. Gasta-se muito mais energia quando o filtro está entupido;

- Fusíveis – nunca toques na caixa de fusíveis!!

- Esquentador – não aqueças demasiado a água, pois estarás a gastar demasiada energia.

 

Trabalho realizado por: Sara Machado nº 18 8ºA

 

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Dia Mundial do Ambiente - 2007

 

 

Dia Mundial do Ambiente - 5 Junho 2007

 

 

Tendo como slogan "Melting ice - a Hot Topic", as comemorações mundiais incidirão sobre o efeito das alterações climáticas que se prevê serão maiores nos pólos levando a um degelo importante.

 

Note-se que, com o aumento da temperatura nos pólos, o degelo tem sido significativo e animais como p. ex. os ursos polares têm sido encontrados mortos devido ao facto de não encontrarem massas de gelo e terem de nadar grandes distâncias. Também algumas populações de pinguins têm visto o seu número diminuir.

Apesar de as cerimónias incidirem sobre os pólos, as alterações climáticas far-se-ão sentir em todo o mundo e o degelo das calotes polares, para além de poderem fazer subir o nível do mar, podem ter outros efeitos a nível climático afectando zonas muito distantes.

Para mostrar essas alterações vamos  visionar o filme

 

 http://www.green.tv/pole_to_pole/ 

 

tendo sempre presente que, sendo a Terra finita e a atmosfera global, somos todos conterrâneos e o que sucede num local, mesmo que distante, tem consequências por vezes

a milhares de quilómetros.

 

Deste modo, as alterações climáticas são um problema que diz respeito a todos, até porque todos somos responsáveis pelos gases com efeito de estufa que são libertados diariamente do escape dos nossos automóveis, da chaminé das centrais que produzem a energia que utilizamos e, tantas vezes, desperdiçamos...

 


Faz parte da solução, participa!

 

 

 



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Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

Estuário Do Sado

Estuário Do Sado

 

Morfologia

 

O estuário do Sado possui uma área de aproximadamente 160 km2 com um comprimento de 20km e uma largura média de 8Km. A profundidade média é 8m, sendo a máxima da ordem dos 50m.

A região constitui uma das áreas naturais de maior valor ecológico e paisagístico de Portugal. Numa posição central do território nacional, a região foi ocupada desde cedo, desenvolvendo-se na época romana a actividade industrial de salga e conservação de peixe. O Estuário do Sado é o segundo maior estuário de Portugal e constitui a terceira zona húmida mais importante do território português, em termos das aves aquáticas que o visitam. Com grande importância para a Conservação da Natureza, a região desempenha simultaneamente um papel importante no lazer e recreio das populações e visitantes 

 

 

 Estuário Do Sado

 

O Estuário do Sado é uma Reserva Natural da mais elevada importância ambiental, pelas suas características ímpares de dimensão, orientação geográfica e condições naturais para reprodução e crescimento de muitas espécies vegetais e animais, de onde se destacam várias tipos de peixes, cefalópodes, moluscos e aves.

Sempre ameaçado por decisões humanas de implantações industriais, consegue no entanto sobreviver e manter uma beleza ímpar em qualquer altura do ano. Navegar por este Estuário, é percorrer a Costa de Tróia, avistar a antiga Cidade Romana da Ilha de Àcala, as ricas zonas de sapal, os campos de interface com o montado e o pinhal.

 

 

 Estuário do Sado

                           A fauna

 

Na Reserva Natural do Estuário do Sado (R.N.E.S.) estão registadas 261 espécies de vertebrados, das quais 8 são anfíbios, 11 são répteis, 211 são aves e 31 são mamíferos.

 

 

 

 Lagartixa

 

Na águas do Estuário vive uma grande diversidade de animais, dos muitíssimo pequenos a ponto de não se verem, aos animais que pesam o triplo ou o quádruplo do homem. Aos muito pequenos chamamos plâncton e servem de alimento aos animais maiores que os conseguem "filtrar" da água. Este absorve nutrientes dos sapais e de outras origens. Nos lodos habitam as minhocas, muito procuradas para a pesca desportiva. Erradamente são apanhadas em excesso e exportadas. Em consequência as aves e peixes ficam com menos alimento e o lodo revolvido durante a apanha provoca grandes problemas ao Estuário. Os polvos, chocos e lulas são animais calmos por natureza, juntamente com alguns animais escondidos em conchas como a amêijoa e a ostra portuguesa que quase desapareceu devido a  tintas anti-vegetativas colocadas nos fundos dos barcos. Não menos interessantes são os caranguejos, santolas, sapateiras e camarões, outrora abundantes mas que agora são capturados e exportados pondo em risco a vida dos seu predadores naturais Os mais conhecidos são os peixes. Até hoje já foram identificadas 69 espécies. Destas destacam-se o robalo, o charroco, a taínha, a solha o linguado, o salmonete e a corvina. Estes dois últimos, extremamente dependentes do Estuário estão em risco de extinção local. A poluição e captura exagerada de alguns animais que lhes serviriam de alimento e dos próprios peixes tem contribuído para a drástica diminuição dos efectivos pesqueiros.

 

 

    Salmonete

 

 Os Golfinhos Roazes são a imagem de marca deste Estuário, onde existe uma comunidade residente que continuamente busca os peixes e chocos que são a base da sua alimentação.

 

 

 Golfinhos roazes

 

Rainhas dos ares, modelos da tecnologia aérea, algumas aves procuram também o Estuário para se alimentarem. O perna -longa que nidifica nos muros das salinas, os alfaiates e flamingos. Podem ainda ser vistas em grandes bandos os maçaricos, as garças, os borrelhos e os pilritos. As aves aventureiras são gaivotas, patos, mergulhões, mergansos, e corvos marinhos. Porém o trono dos céus é ocupado pelas aves de rapina, águias sapeiras e águias pesqueiras.

 

 Águias pesqueiras

 

As cegonhas apesar de se tratar de uma espécie migradora, nos últimos anos, devido à melhoria das condições climatéricas, tem preferido permanecer por Portugal todo o ano, tornando-se uma presença assídua na Reserva Natural do Estuário do Sado.

 

 Cegonhas brancas

A flora

 

Quilómetros de dunas a perder de vista com enormes extensões de pinhal (e nenhuma construção) e um mar magnífico constituem um cenário idílico que poucos países europeus se podem gabar de possuir. Portugal pode orgulhar-se, por enquanto, de possuir paisagens naturais únicas, embora, para manter intacta esta surpreendente faixa litoral, seja urgente torná-la numa das zonas mais protegidas na reserva, com acesso pedonal limitado. Das inúmeras espécies de flora que se podem encontrar nas diversas áreas da R.N.E.S., como os sapais, as dunas, entre outras, destacam-se as seguintes pela sua manifesta beleza: Giesta, Dedaleira, Lírio, Feto, Camarinheira, Tomilho, Santolina, Cardo rolador e Bocas de lobo.

                    Campos de arroz

 

Os campos de arroz são uma das imagens símbolo das terras do sado. Terrenos alagados onde, ao longo de todo o ano, esta planta vai ganhando forma, pacientemente, até à chegada da queima do restolho no final de Setembro, que se prolonga por dias consecutivos. Ao anoitecer, a paisagem pinta-se de tons laranja e vermelho, com as chamas a alcançar o horizonte. Nestes arrozais são avistadas cegonhas, flamingos, garças, patos e enumeras aves em busca de alimento. A aplicação de pesticidas contamina os insectos e pequenos roedores que por ali vivem, contaminando assim indirectamente as aves e o homem, causando danos incalculáveis a nível ecológico e a nível da saúde humana.

 Campos de arroz

 

Montados de sobro e pinhais

 

A área envolvente ao Estuário do Sado está na sua maior parte ocupada por montados de sobreiro e pinhais mansos e bravos e respectivas plantas associadas. Neles se distribui uma extraordinária riqueza faunística. Fugidos aos intoleráveis Invernos da Europa do Norte, bastantes espécies de pequenas aves (tentilhões, pintarroxos, felosas, estorninhos, etc.) agrupam-se em extensos bandos de alegria e companheirismo, ora saltando na erva verde, ora colocando-se alerta nas árvores.

 

 Montados

 

Sapais

São zonas no Estuário onde se acumulam sedimentos (lodos, areias, detritos vários) provenientes de outras zonas do rio, constituindo terrenos de aluvião, ciclicamente alagados pelas marés e onde se fixa uma vegetação que tolera a água salgada. Algumas destas plantas são constituídas, quase exclusivamente por caules suculentos onde armazenam água filtrada de sais.

 

 Sapais

 

        Construções típicas da região do Sado

 

Construções típicas da região do Sado podem ser observadas em diversos locais da reserva, com especial incidência para a Carrasqueira. Construídas em materiais como a madeira, o adobe e o caniço, estas cabanas eram usadas como habitação e armazém para pescadores e agricultores. Hoje em dia, algumas foram recuperadas para utilização turística.

 

 

 

 Estou exausta!!!

 

Trabalho realizado por: Soraia Monteiro   N.º 21   8.ºA

publicado por EscolaJNJ às 18:24
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Domingo, 27 de Maio de 2007

Dia Mundial da Energia

Dia 29 de Maio, comemora-se o

         Dia Mundial da Energia

é um tema muito interessante e importante se pensares que

          

A Energia Move o Mundo!  

     

 

De que maneira acham que o Homem deve utilizar a Energia que a natureza coloca ao seu dispôr?

Consulta, para depois debater ideias:

http://www.abcdaenergia.com/

http://www.energiasrenovaveis.com/

http://www.edp.pt/EDPI/Internet/PT/Group/Sustainability/Environment/default.htm

Entre muitos outros...

Mas não ponho cá mais, pois daqui a pouco sou eu que faço o trabalho todo!!!

Até amanhã!!!

Prof. Clara Abegão

sinto-me:
publicado por EscolaJNJ às 19:22
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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Dia Internacional da Biodiversidade

O Valor da Biodiversidade

Num mundo regido por interesses económicos, a salvaguarda da biodiversidade parece depender da quantificação dos seus bens e serviços. Quanto estaria disposto a pagar para desfrutar de uma paisagem luxuriante ou de uma caminhada no campo?

Cristina Pereira

Um aspecto ainda não debatido prende-se com a quantificação económica dos bens e serviços resultantes da biodiversidade. Quanto vale - em escudos, dólares ou libras - uma paisagem luxuriante ou o descanso que um passeio pelo “campo” nos proporciona? Dez, vinte, cem contos? Como proceder para atribuirmos um valor económico a bens não transaccionáveis?

De uma forma simples podemos dizer que a economia visa a distribuição de recursos escassos por diferentes alternativas. Assim, a exploração desregrada dos recursos naturais, que conduziu à sua escassez e fragilidade, tornou-os objecto de estudo da economia.

Esta aproximação da economia à ecologia não tem sido bem vista por alguns ecologistas, que receiam que a tomada de decisões venha a ser feita com base em critérios económicos e não ecológicos. Outros, pelo contrário, argumentam que o facto de não ser atribuído um valor económico à biodiversidade pode fazer com que não lhe seja reconhecida importância.

A dificuldade na atribuição de valor económico aos bens e serviços gerados pela diversidade biológica depende do tipo de valores em questão. Assim, estes têm sido divididos, por autores como Young e Barbier, em valores de uso e valores de não uso. Entre os valores de uso, os bens e serviços podem ter um valor resultante do seu uso directo – madeira, caça, turismo, da sua função ecológica – fotossíntese, protecção contra a erosão, ou por serem um valor de opção. Por valor de opção entende-se os benefícios ainda desconhecidos da biodiversidade, como a descoberta de novas substâncias para o tratamento de doenças. Os valores de não uso separam-se entre valores de existência, como é a satisfação por sabermos que o Lince-ibérico ainda existe nas serras do Sul de Portugal, ou o valor de doação, relacionado com a possibilidade de podermos transmitir às gerações vindouras o mesmo património que nos foi legado.

 

 

A inventariação da totalidade dos bens e serviços provenientes da diversidade biológica em categorias de valor económico permite que, ao analisarmos duas alternativas de uso para o mesmo espaço, estejamos a ter em consideração todos os proveitos daí resultantes. No entanto, a quantificação dos valores de não uso dificulta a avaliação. Numa tentativa de ultrapassar esta dificuldade vários métodos têm sido enunciados para estimar os valores de não uso e de uso. Um deles é o do valor de substituição. Por exemplo, sabendo que os pinhais da zona litoral centro de Portugal asseguram a fixação das areias e protegem dos ventos salgados, este método propõe que o valor a encontrar seja dado pelo que teríamos de despender na construção de uma estrutura que oferecesse os mesmos benefícios. Outro dos métodos utilizados consiste em questionar o público sobre o valor que estaria disposto a pagar por um determinado recurso - método do valor de contingência.

Recentemente, o Ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, estabeleceu que ao preço de cada carro novo fosse adicionado o valor de 1 euro (cerca de 200$00) por pneu, com o objectivo de incentivar a reciclagem de pneus e assim diminuir o uso da borracha. Outro caso concreto da aplicação destas metodologias permitiu avaliar que a manutenção da floresta tropical de Korup, nos Camarões, era económica e ecologicamente mais vantajosa que a sua transformação em explorações agrícolas.

A avaliação e a conservação da natureza, especialmente nas regiões menos desenvolvidas, enfrentam ainda o problema das disparidades entre custos e benefícios. Assim, ao pedirmos a um proprietário para conservar um dado habitat, mantendo um determinado uso do solo, em detrimento de outro economicamente mais rentável, estamos a pedir-lhe para arcar com os custos da conservação, enquanto nós, sociedade em geral, receberemos os benefícios.

 

Uma tentativa de contrariar esta disparidade tem vindo a ser feita na Europa Comunitária, através das medidas agro-ambientais. Considerada como importante para o desenvolvimento rural e para a fixação das populações, a agricultura tem beneficiado de apoios sempre que as suas práticas sejam ecologicamente benéficas para a conservação de um ecossistema. Exemplo disso é o Plano Zonal de Castro Verde, onde, com o objectivo de preservar a avifauna da região, os agricultores recebem importantes incentivos financeiros em troca da manutenção de um sistema cerealífero extensivo, longos pousios e com o recurso a quantidades mínimas de agro-químicos.

Actualmente, o valor da biodiversidade não reside apenas na beleza de uma paisagem ou na manutenção de espécies em vias de extinção, mas no facto da nossa sobrevivência neste planeta depender da sua conservação. Este deve ser um objectivo a alcançar pela sociedade e não simplesmente a quimera de alguns sonhadores.

Trabalho realizado por Sara Machado nº18 8ºA

 

sinto-me:
música: Da Weasel- Toque Toque
publicado por EscolaJNJ às 20:51
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